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	<title>ÍCONES DE PORTUGAL</title>
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	<description>Património de Portugal</description>
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		<title>ÍCONES DE PORTUGAL</title>
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		<title>Castelo de Abrantes ou Fortaleza de Abrantes &#8211; Santar&#233;m</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 09:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A cidade de Abrantes, no distrito de Santarém, possui um poderoso e austero castelo. A silhueta das suas muralhas domina uma elevação da cidade e vigia atentamente a proximidade do extenso caudal do rio Tejo. 
Pensa-se que a antiga fortaleza pré-romana terá sido conquistada no ano de 130 a. C. pelo cônsul romano Décio Júnio [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1415&subd=mjfs&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Abrantes-chateau_01_082006.JPG" target="_blank"><img class="aligncenter" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="Castelo de Abrantes" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/castelodeabrantes.jpg?w=696&#038;h=526" border="0" alt="Castelo de Abrantes" width="696" height="526" /></a></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>A cidade de Abrantes, no distrito de Santarém, possui um poderoso e austero castelo. A silhueta das suas muralhas domina uma elevação da cidade e vigia atentamente a proximidade do extenso caudal do rio Tejo. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Pensa-se que a antiga fortaleza pré-romana terá sido conquistada no ano de 130 a. C. pelo cônsul romano Décio Júnio Bruto. Abrantes revelava-se um ponto estratégico fundamental, dado que esta cidade estabelecia a confluência de várias redes viárias, posição táctica que manteve a sua posterior validade, como o comprovam as sucessivas alterações da sua fortaleza militar. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Esta cidade ribatejana foi conquistada aos Mouros por D. Afonso Henriques em 1148. Posteriormente, seria alvo de dois longos e desgastantes cercos levados a cabo pelos Almorávidas, o primeiro dos quais aconteceu 21 anos mais tarde. Contudo, as forças cristãs sob o comando do primeiro rei português defenderam valorosamente este castelo. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>No século XIII, D. Afonso III procedeu a melhoramentos substanciais nas muralhas da cidade, para D. Dinis cumprir a tarefa de concluir o perímetro defensivo, ao mesmo tempo que terminava a remodelação da Torre de Menagem. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O mestre de Avis, futuro D. João I, recebeu o apoio desta praça-forte durante a crise de 1383-1385, tendo sido aqui tomada a decisão de enfrentar o exército castelhano em Aljubarrota. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Na segunda metade do século XVI, a fortaleza de Abrantes entrou em acentuada decadência, particularmente durante a dinastia filipina. Ao longo da ocupação espanhola, o seu interesse estratégico foi considerado nulo. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Contudo, no último quartel do século XVII, D. Pedro II mandou reedificar a praça-forte de Abrantes, pois as Guerras da Restauração voltaram a colocá-la no centro da estratégia defensiva do território nacional. As grandes obras de remodelação seiscentistas basearam-se no moderno sistema de fortaleza à Vauban. Foram acrescentados ao castelo medieval dois meios-baluartes, enquanto se procedia à adaptação e alargamento das muralhas, preparando-as para os impactos destruidores da pirobalística. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>No século XVIII, as instalações do castelo foram adaptadas a quartel, para darem guarida a um regimento de cavalaria real. Alguns anos mais tarde, entre 1792 e 1799, foi ampliado e ocupado pela legião comandada pelo marquês de Alorna. No virar do século, Abrantes seria um dos palcos da denominada Guerra das Laranjas, conflito luso-espanhol que arrastou para a guerra algumas localidades portuguesas. Em 1807, as invasões napoleónicas aconteciam pela mão de Junot; com ele estendeu-se todo um cortejo de violência e humilhações. O marechal francês ocupou esta cidade a 22 de Novembro e &#8220;recebeu&#8221; o título de duque de Abrantes. Contudo, menos de um ano depois, a cidade foi recuperada por um grupo de militares e populares portugueses. Reocupada no decurso da terceira invasão francesa, Abrantes voltou a ser martirizada pelas tropas comandadas por Massena, após a derrota deste nas Linhas de Torres Vedras. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Desactivado em termos de aquartelamento militar, o castelo de Abrantes conserva ainda a beleza dos volumes castrenses do seu passado. Envolta por um parque elegante e verdejante, a fortaleza deixa ver dois distintos panos de muralha, reforçado o primeiro por cilíndricos torreões e rasgado por algumas aberturas rectangulares. A porta principal abre-se no ângulo nordeste de fortaleza. O elemento que maior destaque alcança é a extensa Loggia do Paço dos Marqueses de Abrantes, varanda de grandes e poderosos arcos de volta perfeita, ladeada por dois torreões cilíndricos. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O interior da praça de armas possui ainda as antigas dependências palacianas, marcadas pela grandiosidade das suas estruturas arquitectónicas. Emerge destas construções a antiga Igreja de Santa Maria do Castelo, convertida em museu onde se expõem belas colecções de escultura romana, escultura tumular dos século XV e XVI, para além de notáveis painéis de azulejos sevilhanos e outras significativas obras de arte.</em></span></p>
<p><a href="http://www.infopedia.pt/$castelo-de-abrantes" target="_blank">In Infopédia</a><strong></strong>. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-03-21].</p>
<p><span style="font-size:small;"><em><strong>Outros Links:</strong></em></span></p>
<ul>
<li><a href="http://www.monumentos.pt/" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Castelo de Abrantes (IPA / DGEMN)</em></span></a></li>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Instituto Português de Arqueologia</em></span></a></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=73848" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Fortaleza de Abrantes (Pesquisa de Património / IPPAR)</em></span></a></li>
<li><a href="http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&amp;artid=14853&amp;distritoid=14" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Castelo de Abrantes (Guia da Cidade)</em></span></a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Abrantes" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Castelo de Abrantes (pt.wikipedia)</em></span></a></li>
<li><a href="http://www.infopedia.pt/$castelo-de-abrantes" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Castelo de Abrantes (Infopédia)</em></span></a></li>
<li><a href="http://www.ribatejo.com/ecos/abrantes/abhistoria.html" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Castelo de Abrantes (Ecos do Ribatejo)</em></span></a></li>
<li><a href="http://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Castelo+de+Abrantes&amp;uselang=pt" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Castelo de Abrantes (wikimedia.org)</em></span></a></li>
</ul>
<p align="center"> </p>
<p> </p>
<h3>Castelo de Abrantes em obras depois de desabamento de parte da muralha</h3>
<h5>16 DEZ 08 às 19:00</h5>
<p align="justify"><span style="font-size:small;font-family:Vrinda;"><em>Uma parte da muralha do castelo de Abrantes cedeu durante o fim-de-semana e depois do alerta que foi lançado pela autarquia sobre o mau estado da muralha daquele monumento nacional de 900 anos. Na sexta-feira, a câmara assinou um protocolo para a recuperação parcial da muralha com a Direcção Regional da Cultura, mas logo a seguir, as chuvas causaram o desabamento de parte da estrutura. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;font-family:Vrinda;"><em>As obras tiveram início, esta terça-feira, com a colocação dos andaimes, mas os técnicos terão de rever o plano de actuação, pois uma parte da muralha cedeu parcialmente pela base durante o passado fim-de-semana. Desta forma, o escoramento que estava previsto já não vai ser feito.</em></span></p>
<p><a href="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/castelodeabrantesruimiguelsilva.jpg"><span style="font-size:small;color:#000033;font-family:Vrinda;"><em></em></span></a><a href="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/castelodeabrantesruimiguelsilva1.jpg"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="Castelo de Abrantes - Rui Miguel Silva" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/castelodeabrantesruimiguelsilva-thumb.jpg?w=450&#038;h=300" border="0" alt="Castelo de Abrantes - Rui Miguel Silva" width="450" height="300" /></a><span style="font-size:small;font-family:Vrinda;"><em> </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;font-family:Vrinda;"><em>O presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Nelson de Carvalho, afirmou que o trabalho pode ser mais demorado do que o inicialmente previsto.</em></span></p>
<p><a href="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/castelodeabrantes1ruimiguelsilva.jpg"><span style="font-size:small;color:#000033;font-family:Vrinda;"><em></em></span></a><a href="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/castelodeabrantes1ruimiguelsilva1.jpg"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="Castelo de Abrantes  - Rui Miguel Silva" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/castelodeabrantes1ruimiguelsilva-thumb.jpg?w=450&#038;h=300" border="0" alt="Castelo de Abrantes  - Rui Miguel Silva" width="450" height="300" /></a></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;font-family:Vrinda;"><em>Este desabamento afectou uma pequena área com cerca de cinco metros de comprimento por dois de altura, que foi entretanto vedada ao público, não colocando em risco a segurança dos visitantes.</em></span></p>
<p><a href="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/castelodeabrantes2ruimiguelsilva.jpg"><span style="font-size:small;color:#000033;font-family:Vrinda;"><em></em></span></a><a href="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/castelodeabrantes2ruimiguelsilva1.jpg"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="Castelo de Abrantes  - Rui Miguel Silva" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/castelodeabrantes2ruimiguelsilva-thumb.jpg?w=450&#038;h=300" border="0" alt="Castelo de Abrantes  - Rui Miguel Silva" width="450" height="300" /></a></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;font-family:Vrinda;"><em>O castelo continua aberto, sendo desta forma possível entrar nas muralhas e visitar o jardim, a igreja, a torre de menagem e o palácio do governador.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;font-family:Vrinda;"><em>O Castelo de Abrantes data do século XII, tendo sido mandado construir por Dom Afonso Henriques.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;font-family:Vrinda;"><em>Ao longo dos seus 900 anos de existência já foi alvo de seis intervenções, a última das quais entre 2002 e 2004.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;font-family:Vrinda;"><em>Apesar do orçamento inicial para esta intervenção de emergência ser de 80 mil euros, divididos entre a autarquia e o Ministério da Cultura, a câmara acredita que este valor será ultrapassado.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;font-family:Vrinda;"><em>Desta forma, não há um preço certo e um espaço de tempo definido para a conclusão destas obras na muralha do Castelo de Abrantes.</em></span></p>
<p align="right"><a href="http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1059849" target="_blank"><span style="font-size:x-small;"><em>(Citação: Rui Miguel Silva / TSF)</em></span></a></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Forte de S&#227;o Teod&#243;sio ou Forte da Cadaveira &#8211; Estoril &#8211; Lisboa</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/28/forte-de-so-teodsio-ou-forte-da-cadaveira-estoril-lisboa/</link>
		<comments>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/28/forte-de-so-teodsio-ou-forte-da-cadaveira-estoril-lisboa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 08:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
O Forte de São Teodósio, situado na praia de São João do Estoril, fazia parte do conjunto de fortalezas joaninas edificadas entre 1642 e 1648, cuja disposição visava formar uma linha defensiva entre São Julião da Barra e o Cabo da Roca. Segundo indica uma inscrição colocada no portal da fortaleza, a sua construção iniciou-se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1366&subd=mjfs&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"> <a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/PHOTO_SEARCH_PUB.createSearchOneForm?id=3189" target="_blank"><img class="aligncenter" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="Forte de São Teodósio " src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortedesoteodsioestoril.jpg?w=307&#038;h=186" border="0" alt="Forte de São Teodósio " width="307" height="186" /></a></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O Forte de São Teodósio, situado na praia de São João do Estoril, fazia parte do conjunto de fortalezas joaninas edificadas entre 1642 e 1648, cuja disposição visava formar uma linha defensiva entre São Julião da Barra e o Cabo da Roca. Segundo indica uma inscrição colocada no portal da fortaleza, a sua construção iniciou-se em Abril de 1642, concluindo-se no ano seguinte. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O seu traçado &#8220;(&#8230;) obedecia ao esquema-tipo das fortificações costeiras então construídas (&#8230;)&#8221;, apresentando planimetria quadrada, dividida em dois espaços rectangulares, que correspondiam à bateria, com parapeito, e aos alojamentos, sobre o qual se dispunha o terraço. Aqueles dividiam-se em três dependências, sendo a central utilizada como pátio, a partir do qual se acedia aos quartéis e ao paiol, dispostos lateralmente. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>A fortaleza era originalmente protegida por uma cortina de trincheiras, e nos finais do século XVII esta linha defensiva foi reforçada com uma cortina exterior. Já no século XVIII foram construídas três guaritas em três dos ângulos do forte . </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Embora durante as centúrias seguintes a fortaleza tenha recebido obras de beneficiação, &#8220;(&#8230;) a construção joanina nunca chegou a ser posta em causa, tendo mantido, sem alterações de vulto, as características estruturais primitivas (&#8230;)&#8221;.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Depois de ter sido desactivado das suas funções militares em 1843, o Forte de São Teodósio foi cedido à Santa Casa da Misericórdia de Cascais, passando posteriormente para a posse de um particular, e voltando à irmandade em 1897. Em 1942, depois da construção da Marginal, o forte seria cedido à Guarda Fiscal, estando entregue a esta instituição até à actualidade.</em></span></p>
<p align="right"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=72760" target="_blank">Texto: C. O. / IPPAR</a></p>
<p><span style="font-size:small;"><em><strong>Outras Ligações:</strong></em></span></p>
<li><a href="http://www.monumentos.pt/" target="_blank"><em><a href="http://www.monumentos.pt/" target="_blank"><em><span style="font-size:x-small;">Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</span></em></a><span style="font-size:x-small;"> </span>
<p></em></a> </li>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/" target="_blank"><em><span style="font-size:x-small;">Instituto Português de Arqueologia</span></em></a><span style="font-size:x-small;"> </span></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=72760" target="_blank"><em><span style="font-size:x-small;">Forte de São Teodósio (Pesquisa de Património &#8211; IPPAR)</span></em></a><span style="font-size:x-small;"> </span></li>
<li><a href="http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&amp;artid=908&amp;distritoid=11" target="_blank"><em><span style="font-size:x-small;">Forte de São Teodósio (Guia da Cidade)</span></em></a><span style="font-size:x-small;"> </span></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_S%C3%A3o_Teod%C3%B3sio" target="_blank"><em><span style="font-size:x-small;">Forte de São Teodósio (pt.wikipedia)</span></em></a><span style="font-size:x-small;"> </span></li>
<p> </p>
<p align="center"> </p>
Posted in Arquitectura, Fortalezas, História, Imagens, Património, Portugal  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/1366/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/1366/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/1366/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/1366/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/1366/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/1366/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1366&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Forte de São Teodósio </media:title>
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		<title>Forte de S&#227;o Jorge de Oitavos &#8211; Cascais &#8211; Lisboa</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/24/forte-de-so-jorge-de-oitavos-cascais-lisboa/</link>
		<comments>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/24/forte-de-so-jorge-de-oitavos-cascais-lisboa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 03:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[Fortalezas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[  
Edificado entre 1642 e 1648, e integrando o grupo de fortalezas joaninas que formavam uma linha defensiva entre São Julião da Barra e o Cabo da Roca, o Forte de São Jorge de Oitavos é um &#8220;(&#8230;) caso singular no conjunto das [fortalezas] que se ergueram logo após a Restauração ao longo da costa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1346&subd=mjfs&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;" align="justify"><span style="font-size:small;"><em> <a href="http://www.cm-cascais.pt/Cascais/Cascais/Patrimonio/Museus/Forte_S_Jorge_dos_Oitavos.htm" target="_blank"><img class="aligncenter" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="Forte de Oitavos" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortedeoitavos.jpg?w=346&#038;h=234" border="0" alt="Forte de Oitavos" width="346" height="234" /></a> </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Edificado entre 1642 e 1648, e integrando o grupo de fortalezas joaninas que formavam uma linha defensiva entre São Julião da Barra e o Cabo da Roca, o Forte de São Jorge de Oitavos é um &#8220;(&#8230;) caso singular no conjunto das [fortalezas] que se ergueram logo após a Restauração ao longo da costa de Cascais.&#8221;. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>A sua localização permitia o cruzamento de fogo com as fortalezas de Nossa Senhora da Guia e de São Brás, causando um primeiro impacto de intimidação e persuasão face às armadas inimigas que se aproximavam da costa. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O forte apresenta planimetria poligonal, de lados desiguais, adaptando-se à falésia onde está implantado. As suas dimensões e a organização do espaço são &#8220;fora do comum&#8221; em relação às fortalezas contemporâneas construídas na costa de Cascais, uma vez que o recinto e a bateria apresentam grandes proporções. Do lado oposto a esta foram dispostos os alojamentos, cinco dependências que formavam um rectângulo. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Embora tenham sido executadas na fortalezas algumas obras de vulto, a sua estrutura manteve &#8220;(&#8230;) inalteradas, até finais do século XVIII, as suas características formais.&#8221;. Na última década de Setecentos, devido à necessidade de modernizar o sistema defensivo, o Forte de São Jorge foi reformado, e embora a estrutura joanina se tenha mantido, a verdade é que estas obras originaram &#8220;um novo espaço fortificado&#8221;. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Depois das Guerras Liberais, o forte entrou em progressiva decadência, sendo cedido à Guarda Fiscal em 1889. Nas últimas décadas do século XX passou para a posse da Câmara Municipal de Cascais, funcionando actualmente como espaço museológico. </em></span></p>
<p align="right"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=74725" target="_blank">Texto: C.O. /IPPAR</a></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><strong><em>Últimas Notícias:</em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O Forte de São Jorge de Oitavos, edifício classificado como Imóvel de Interesse Público foi cedido à Câmara Municipal de Cascais pela Direcção-Geral do Património do Estado em 1999, com vista à sua musealização. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Após obras profundas que fizeram ressurgir o seu traçado original, este espaço cultural abriu as suas portas ao público a 1 de Março de 2001. O projecto de musealização incidiu na recuperação de todo o seu interior, enriquecido com uma reconstituição de época, com base num desenho datado de 1796.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Em Setembro de 2005 o Forte foi encerrado para a realização de novas obras de beneficiação e recuperação, de forma a solucionar alguns problemas entretanto verificados na sua estrutura. Esta intervenção, financiada pela Comissão de Obras, e correspondente a um investimento de 350 mil euros, consistiu na reparação e requalificação do seu espaço interior, bem como na reabilitação das muralhas envolventes, afectadas por um conjunto de patologias nefastas nos rebocos exteriores.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Após a conclusão dos projectos de arquitectura e especialidades, e de uma revisão dos conteúdos da sua área expositiva, <span style="color:#0000ff;">o Forte de São Jorge de Oitavos reabriu ao público no dia 28 de Fevereiro de 2009.</span></em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Neste projecto foi acautelado o total respeito pelas características vernaculares da arquitectura seiscentista (o forte foi construído entre 1642 e 1648), onde se impõe uma planta poligonal com cinco lados desiguais, configurando o volume maciço da maior fortificação marítima entre o conjunto das que se ergueram ao longo da costa de Cascais após a Restauração (1640). O conjunto apoia-se sobre a falésia e espreita o mar com a sobranceria própria de um edifício militar, cuja construção se ficou a dever à necessidade de proteger as gentes da terra dos inimigos que se aproximavam por mar, piratas ou tropas invasoras, que encontravam naquele trecho recortado da costa cascalense um razoável ponto de possível desembarque. Essa vocação está presente em cada ângulo ou muro, na trincheira, nas guaritas e na cisterna, ou na bateria (miradouro), com as suas canhoeiras e merlões, onde actualmente repousam alguns canhões, peças de artilharia que bem evocam a antiga função.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Também as duas primeiras salas deste centro interpretativo recuperam, através do seu discurso expositivo, as memórias de acontecimentos vários, ocorridos ao longo do tempo e que marcaram de forma indelével a vida de quem aqui residiu e esteve ao serviço da defesa da linha de costa, em tempos de guerra ou de paz. A terceira sala é agora consagrada à realização de exposições temporárias, privilegiando-se temas relacionados com a história e vivências do Forte de S. Jorge Oitavos ou com a história de Cascais.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Através de pequenos textos, peças e imagens (algumas inéditas), inseridas num layout atraente, os visitantes terão uma percepção mais ampla dos aspectos relacionados com a construção da fortificação e do seu papel enquanto dispositivo militar, inserido no conjunto das muitas fortificações militares da defesa avançada da barra do Tejo. São também abordados alguns temas de maior especificidade, nomeadamente os que se relacionam com o desenvolvimento da artilharia e dos fardamentos, recorrendo-se a réplicas de uniformes e a gravuras antigas, bem como instrumentos que eram utilizados no antigo paiol e no serviço das bocas-de-fogo. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em><strong>Principais características históricas:<br />
</strong>De planta rectangular, apoiado sobre a falésia, destinava-se ao aquartelamento de pequenas guarnições, especialmente de artilharia, com o objectivo de comandar o litoral entre o Guincho e a Guia, e evitar desembarques locais;<br />
Fortificação artilhada com 4 peças e reforçada à força de infantaria, para guarnecer a linha de fuzilaria, sendo a sua lotação normal de 1 cabo, 3 artilheiros e 18 soldados;</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em><strong>Serviços que disponibiliza:</strong><br />
Visitas guiadas; visitas guiadas a grupos escolares; projecção de material audiovisual; utilização das instalações para iniciativas de interesse cultural.</em></span></p>
<p align="right"><strong>Horário e contactos:<br />
</strong>De 3ª feira a domingo das 10h às 17h00.<br />
Estrada do Guincho &#8211; 2750 Cascais<br />
Tel.: 214860563<br />
<a href="mailto:forte.oitavos@cm-cascais.pt">forte.oitavos@cm-cascais.pt</a></p>
<p align="right"><a href="http://www.cm-cascais.pt/Cascais/Cascais/Patrimonio/Museus/Forte_S_Jorge_dos_Oitavos.htm" target="_blank">Texto e Imagem: cm-cascais</a></p>
<p align="center">
<p align="center">
<p align="left"><em><span style="font-size:small;"><strong>Outras Ligações:</strong></span></em></p>
<ul>
<li><a href="http://www.monumentos.pt" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</span></em></a></li>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Instituto Português de Arqueologia</span></em></a></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=74725" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Forte de Oitavos (Pesquisa de Património &#8211; IPPAR)</span></em></a></li>
<li><a href="http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=monumentos.ver&amp;artid=904&amp;distritoid=11" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Forte de Oitavos (Guia da Cidade)</span></em></a></li>
<li><a href="http://www.cm-cascais.pt/Cascais/Cascais/Patrimonio/Museus/Forte_S_Jorge_dos_Oitavos.htm" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Forte de Oitavos (cm-cascais)</span></em></a></li>
<li><a href="http://www.cm-cascais.pt/NR/rdonlyres/B598E0A9-3518-441F-9B10-8EF4D8D0CAFA/6519/DesdobrvelFortedeOitavos.pdf" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Forte de Oitavos (cm-cascais)</span></em></a> (link em pdf)</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_S%C3%A3o_Jorge_de_Oitavos" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Forte de Oitavos (pt-wikipedia)</span></em></a></li>
</ul>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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			<media:title type="html">Forte de Oitavos</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Forte de S&#227;o Pedro do Estoril ou Forte da Po&#231;a &#8211; Lisboa</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/23/forte-de-so-pedro-do-estoril-ou-forte-da-poa-lisboa/</link>
		<comments>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/23/forte-de-so-pedro-do-estoril-ou-forte-da-poa-lisboa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 23:18:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fortalezas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Situado na praia da Poça, o Forte de São Pedro fazia parte do conjunto de fortalezas joaninas edificadas entre 1642 e 1648, cuja disposição visava formar uma linha defensiva entre São Julião da Barra e o Cabo da Roca. Segundo indica uma inscrição colocada no portal da fortaleza, a sua construção iniciou-se em Abril de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1364&subd=mjfs&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"> <a href="http://flickr.com/photos/vitor107/2110590911/sizes/o/" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-left:0;margin-right:auto;border-bottom:0;" title="Forte de São Pedro do Estoril " src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortedesopedrodoestorilportuguese-eyes.jpg?w=696&#038;h=451" border="0" alt="Forte de São Pedro do Estoril " width="696" height="451" /></a></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Situado na praia da Poça, o Forte de São Pedro fazia parte do conjunto de fortalezas joaninas edificadas entre 1642 e 1648, cuja disposição visava formar uma linha defensiva entre São Julião da Barra e o Cabo da Roca. Segundo indica uma inscrição colocada no portal da fortaleza, a sua construção iniciou-se em Abril de 1642, concluindo-se no ano seguinte. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Actualmente, a estrutura do Forte de São Pedro encontra-se adulterada, mas através da planta executada por Mateus do Couto em 1693, pode ser reconstituída a planimetria original. Na realidade, esta fortaleza apresentava uma disposição em tudo semelhante à fortificação de São Teodósio, embora as dimensões sejam &#8220;ligeiramente superiores&#8221; .De planimetria rectangular, o corpo principal da fortaleza albergava os alojamentos, dispostos em torno de um pátio, cobertos por um terraço. No espaço contíguo dispunha-se a bateria do forte, de estrutura &#8220;rasante, alongada&#8221;. O conjunto era rodeado por um parapeito exterior de formato irregular, que formava uma primeira barreira defensiva. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Depois da sua desactivação, no século XIX, o Forte de São Pedro passou por diversas tutelas, que em diferentes épocas deram distintas utilizações ao espaço. Em 1954 foi transformado em Casa de Chá, e a partir de 1957 foi arrendado a uma particular, passando a albergar um restaurante, o que levou a &#8220;múltiplas transformações e acrescentos&#8221; da estrutura. Actualmente, funciona como discoteca.</em></span></p>
<p align="right"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=72761" target="_blank">Texto: C.O. / IPPAR</a></p>
<p align="left"><span style="font-size:small;"><em><strong>Outros Links:</strong></em></span></p>
<li><a href="http://www.monumentos.pt" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</em></span></a></li>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Instituto Português de Arqueologia</em></span></a></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=72761" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Forte de São Pedro (Pesquisa de Património &#8211; IPPAR)</em></span></a></li>
<li><a href="http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=monumentos.ver&amp;artid=907&amp;distritoid=11" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Forte de São Pedro (Guia da Cidade)</em></span></a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_S%C3%A3o_Pedro_do_Estoril" target="_blank"><span style="font-size:small;"><em>Forte de São Pedro (pt.wikipedia)</em></span></a>
<p align="center"> </p>
<p align="center"> </p>
</li>
Posted in Arquitectura, Fortalezas, História, Imagens, Património, Portugal  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/1364/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/1364/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/1364/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/1364/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/1364/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/1364/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/1364/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/1364/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/1364/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/1364/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1364&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Forte de São Pedro do Estoril </media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Forte de Santa Marta &#8211; Cascais &#8211; Lisboa</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/22/forte-de-santa-marta-cascais-lisboa/</link>
		<comments>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/22/forte-de-santa-marta-cascais-lisboa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 13:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[Fortalezas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Edificado junto à Ribeira dos Mochos, o Forte de Santa Marta foi provavelmente &#8220;(&#8230;) edificado ainda na década de 40 do século XVII, sob a égide de D. Luís de Meneses, governador da praça de Cascais&#8221;. A data da sua edificação deverá, no entanto, ser mais tardia do que a das restantes fortalezas que se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1329&subd=mjfs&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"> <a href="http://www.marinha.pt/extra/revista/ra_ago2004/pag_35.html" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-left:0;margin-right:auto;border-bottom:0;" title="Farol do Forte de Santa Marta" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/02/faroldofortedesantamarta.jpg?w=430&#038;h=325" border="0" alt="Farol do Forte de Santa Marta" width="430" height="325" /></a></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Edificado junto à Ribeira dos Mochos, o Forte de Santa Marta foi provavelmente &#8220;(&#8230;) edificado ainda na década de 40 do século XVII, sob a égide de D. Luís de Meneses, governador da praça de Cascais&#8221;. A data da sua edificação deverá, no entanto, ser mais tardia do que a das restantes fortalezas que se distribuem pela costa de Cascais, uma vez que não é referida na Relação dos Fortes de Cascais , feita em 1646. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Adaptando-se à topologia do terreno circundante, esta fortaleza era composta por três corpos rectangulares de diferentes áreas, justapostos, destacando-se o espaço da bateria de grandes dimensões, construída com a intencionalidade de &#8220;(&#8230;) impedir a aproximação de armadas inimigas à zona da baía.&#8221;  A esta estava adossado o parapeito. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Na segunda metade do século XVIII a fortaleza foi objecto de várias campanhas de obras, sendo as mais significativas a de 1762-1763, durante a qual se ampliou o parapeito, e a de 1793, na qual foi levado a cabo um conjunto de intervenções mais profundas, nomeadamente uma nova organização funcional dos espaços da bateria e dos aquartelamentos. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Em 1864, depois de ter sido desactivado das suas funções militares, foi determinado que se construísse no local um farol, ficando a obra a cargo do arquitecto Francisco Pereira da Silva, que traçou &#8220;(&#8230;) uma torre de oito metros, quadrangular, que viria a erguer-se no topo este da bateria.&#8221; (Idem, ibidem, p. 154). Concluído em 1867, o Farol de Santa Marta passou a sinalizar esta zona da costa de Cascais, cruzando com o Farol de Nossa Senhora da Guia. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Ao longo do século XX, o forte e farol de Santa Marta foi entrando em progressiva degradação, pelo que a edilidade local se propôs a recuperar e revitalizar o espaço. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Em 2006 a Câmara Municipal de Cascais e o Estado Maior da Armada Portuguesa, em parceria, deram início às obras de recuperação da estrutura do forte. Com projecto elaborado pelos arquitectos Francisco Aires Mateus e Manuel Aires Mateus, esta requalificação permitiu a adaptação da fortaleza a espaço de cultura e lazer, mantendo as funções de sinalização costeira. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Actualmente, o Farol-Museu de Santa Marta alberga um espaço museológico inédito no país, dedicado à história, património e tecnologia dos faróis portugueses, com programa da responsabilidade de Joaquim Boiça.</em></span></p>
<p align="right"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=74736" target="_blank">Texto:Catarina Oliveira &#8211; DIDA/IGESPAR, I.P./ 14 de Novembro de 2007</a></p>
<p align="left"><span style="font-size:small;"><strong><em>Outras Ligações:</em></strong></span></p>
<ul>
<li>
<div><em>- </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_Santa_Marta" target="_blank"><em>Forte de Santa Marta – wikipedia</em></a></div>
</li>
<li>
<div><em>- </em><a href="http://www.monumentos.pt" target="_blank"><em>Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</em></a></div>
</li>
<li>
<div><em>- </em><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/" target="_blank"><em>Instituto Português de Arqueologia</em></a></div>
</li>
<li>
<div><em>- </em><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=74736" target="_blank"><em>Forte de Santa Marta (Pesquisa de Património &#8211; IPPAR)</em></a></div>
</li>
</ul>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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			<media:title type="html">Farol do Forte de Santa Marta</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Forte de S. Louren&#231;o do Bugio- Oeiras &#8211; Lisboa</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 07:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[Fortalezas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Renascentista]]></category>
		<category><![CDATA[Torres]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Antecedentes:
A ideia de uma fortificação para a barra do rio Tejo, com a função de protecção do acesso marítimo à cidade de Lisboa, foi primeiramente apresentada no reinado de D. Sebastião (1568-78) pelo arquitecto Francisco de Holanda, na obra Da fábrica que falece a cidade de Lisboa (Lisboa, 1571), indicando para essa finalidade o areal [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1357&subd=mjfs&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"> <img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="Forte de São Lourenço do Bugio" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortedesolourenodobugiofotoarpels.jpg?w=696&#038;h=526" border="0" alt="Forte de São Lourenço do Bugio" width="696" height="526" /></p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:small;"><em>Antecedentes:</em></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>A ideia de uma fortificação para a barra do rio Tejo, com a função de protecção do acesso marítimo à cidade de Lisboa, foi primeiramente apresentada no reinado de D. Sebastião (1568-78) pelo arquitecto Francisco de Holanda, na obra Da fábrica que falece a cidade de Lisboa (Lisboa, 1571), indicando para essa finalidade o areal da Cabeça Seca. O soberano acatou essa sugestão, encarregando, em 1578, D. Manuel de Almada de erguer essa estrutura, com a função estratégica de cruzar fogos com a primitiva Torre de São Gião. Diante da crise sucessória que se instalou com a morte do soberano na batalha de Alcácer-Quibir e diante da possibilidade de uma invasão de Portugal pelas tropas de D. Filipe II de Espanha, optou-se por uma estrutura de campanha de pequenas dimensões, erguida sobre grossa estacaria de madeira, que entulhada com pedras, serviu de alicerce para uma plataforma com algumas peças de artilharia. Rendida pela armada espanhola em 1580, foi posteriormente desarmada. A fragilidade do material, entretanto, aliada à instabilidade do banco de areia e à ação das correntes e das marés, em pouco tempo comprometeu irremediavelmente esta estrutura.</em></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:small;"><em><strong>O início das obras:</strong> Giovanni Casale</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>À época da Dinastia Filipina, o rei D. Filipe I (1580-98) determinou ao engenheiro militar e arquitecto italiano frei Giovanni Vicenzo Casale um estudo para melhorar o sistema defensivo da barra de Lisboa (1586), então sob ameaça de corsários ingleses e holandeses. Alguns historiadores atribuem ao Engenheiro-mór de Espanha, o sienense Tibúrcio Spanochi, neste período, o projecto para uma fortificação definitiva na Cabeça Seca. Em Janeiro de 1590 Casale apresentou ao soberano os projetos da fortificação, com duas planimetrias distintas: uma estrelada (atendendo a uma sugestão de André de Prade, na Corte de Madrid) e outra circular. A opção foi por esta última, mais sólida diante da dinâmica das águas e que permitia um melhor posicionamento da artilharia. Nesse mesmo ano expediu-se ordem para se proceder ao desenho das barcas e machinas necessárias para o transporte e lançamento das pedras que serviriam de fundamentos debaixo de água, tarefa concluída em 1593, como reportado por Casale ao soberano.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Mediante o falecimento de Casale em Lisboa, em fins de 1594, foram nomeados para dirigir as obras dois discípulos seus, Tibúrcio Spannochi e Anton Coll, sob a justificativa de que ambos eram conhecedores do modo de fabricar y manejar los instrumentos e para que a traça començada não fosse alterada. Para a preparação dos blocos de pedra utilizada na fundação e nas muralhas, foi erguido um canteiro de obras em terra, próximo a São Julião da Barra (também em obras à época), que ficou conhecido como Feitoria das Obras da Cabeça Seca ou simplesmente Feitoria d&#8217;El-Rei, conforme referência de João Vaz, Juiz Ordinário e dos Orfãos do reguengo de A-Par-de-Oeiras (1596). A mesma fonte dá conta de que a cantaria pronta era transportada para as obras do forte por trinta mestres de barcas (ver Bateria da Feitoria).</em></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:small;"><em><strong>O desenvolvimento das obras:</strong> Leonardo Torrianni</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>A partir de 1598 a direção da obra foi assumida pelo engenheiro militar e arquitecto cremonense Leonardo Torriani, nomeado Engenheiro-Mór do Reino, e como encarregado dela, Gaspar Rodrigues. A partir de então o projecto entrou numa nova fase, dadas as alterações que Torriani lhe introduziu, ampliando-a. Entre os problemas vivenciados à época, cita-se uma dúvida sobre o fundo da barra: provavelmente devido a problemas com o transporte das pedras, nos anos de 1607 e de 1608 sucederam-se várias sondagens daquele fundo, por profissionais e práticos, que atestaram que ela permanecia boa e capaz para a entrada das naus da Índia.</em></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:small;"><em><strong>A conclusão das obras:</strong> João Torriani</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Quando da Restauração da Independência, ainda em obras mas já guarnecida e artilhada, o seu Governador espanhol, João Carrilho Rótulo, rendeu-se às forças do Duque de Bragança (2 de dezembro de 1640). Assumindo o trono como D. João IV (1640-56), por Decreto Real este soberano determinou que as obras fossem concluídas e que um engenheiro português assumisse os trabalhos (1643), conforme placa epigráfica de bronze primitivamente sobre o portão do forte (hoje no pólo museológico da Direcção de Faróis, em Paço de Arcos) que reza:</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O muito alto e muito poderoso rei de Portugal D. João IV, de gloriosa memória, mandou fazer esta fortaleza à ordem do conde de Cantanhede, D. António Luís de Menezes, dos seus Conselhos de Estado e [de] Guerra, Veador da Fazenda e Governador das Armas [da Praça] de Cascais, que [a] começou no ano de 1643.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Iniciou-se assim uma nova etapa construtiva, sob a superintendência do conde de Cantanhede (1596-1675), tendo como encarregado o frei João Torriani, coadjuvado por Mateus do Couto, até serem dadas como concluídas em 1657.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>No final do século XVII, um Decreto estipulou que esta fortificação passaria a ter comando separado do Forte de São Julião da Barra, ao qual se subordinava (1675).</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em><a href="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=523864" target="_blank"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="Forte de São Lourenço do Bugio " src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortedesolourenodobugio1fotoarpels.jpg?w=696&#038;h=526" border="0" alt="Forte de São Lourenço do Bugio " width="696" height="526" /></a></em></span></p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:small;"><em>O Farol do Bugio:</em></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Em planta datada de 1693 já se encontra figurada uma torre encimada por um farol, estrutura que, à semelhança de uma vela acesa (em francês bougie), teria rendido o nome de bugio à estrutura. O relatório de inspecção efetuada em 1751 ao farol, mostra que o mesmo operava com azeite, no período de Outubro a Março, e que se encontrava em razoáveis condições. Esta estrutura, destruída pelo terramoto de 1755, foi reedificada como um dos seis faróis erguidos na costa portuguesa para auxílio à navegação, conforme determinação de um Alvará do Marquês de Pombal datado de 1758. O novo farol entrou em funcionamento em 1775.</em></span></p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:small;"><em>Do século XIX ao XXI:</em></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Quando da eclosão da Guerra Peninsular, foi ocupada pelas tropas napoleônicas (1807) e, posteriormente, durante as Guerras Liberais, foi alvo do fogo da artilharia da esquadra francesa que, sob o comando do almirante Roussin, forçou a barra do Tejo (1831). Datam desta fase alguns projectos de alterações que não chegaram a ser implementados. Ao final do século XIX foi classificada como Praça de Guerra de 2ª Classe, ocasião em que se encontrava artilhada com 18 peças de bronze e 2 obuses (1880).</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Ao alvorecer do século XX, entre 1902 e 1903 o capitão de engenheiros Augusto Vieira da Silva, procedeu-lhe reformas na cisterna e iniciou a construção de estruturas para acesso de carga que não chegaram a ser concluídas. Encontrava-se guarnecida por artilheiros ainda em 1911. Nas décadas de 1930 e de 1940 foram procedidos trabalhos de dragagem no seu entorno. Ao término da II Guerra Mundial, sem valor defensivo, foi entregue pelo Ministério da Guerra à Direcção dos Serviços de Faróis do Ministério da Marinha (1945), quando se iniciaria uma nova etapa de sua história, marcada pela sua declaração como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto nº 41.191 de 18 de Julho de 1957.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Severamente danificado pelo tempo e pela erosão das àguas, a partir da década de 1950 sofreu diversas intervenções de consolidação, reparos e conservação sob a responsabilidade da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) e da DSCC (1952, 1954, 1958-63, 1980 e 1982), da APL (1969) e recentemente da DGEMN outra vez (1993, 1995, 1996-2000).</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Actualmente é utilizada como farol de apoio à navegação.</em></span></p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:small;"><em>Características:</em></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>A estrutura, considerada modelo de fortificação renascentista, apresenta planta no formato circular perfeito, em alvenaria de pedra, formato escolhido por Casale que considerou que este permitia uma melhor direção do fogo da artilharia, ao mesmo tempo em que lhe conferia uma maior solidez para resistir à erosão provocada pelas correntes do rio e força das marés. É composta por:</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>muralha externa com alambor (base circular, com 62 metros de diâmetro por 6 metros de altura), rasgada por porta em arco de asa de cesto; </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>muralha interna (formato circular, com 33 metros de diâmetro por 7 metros de altura), na qual se inscrevem internamente as dependências de serviço (21 compartimentos). O seu terrapleno é lajeado, com baterias; </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>torre central (formato circular, com 3 metros de diâmetro por 16 metros de altura), com porta em arco de asa de cesto. No topo da torre se encontra instalado o moderno farol. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>As dependências de serviço são constituídas pela Casa de Comando, quartéis, paiol, depósitos, cisterna e Capela. Nesta última, destaca-se um retábulo-mor em estilo maneirista com embrechados de mármore, tendo as paredes e o tecto forrados em madeira pintada.</em></span></p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:small;"><em>Curiosidades:</em></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O Forte do Bugio, inspirado no Castel Sant&#8217;Angelo em Roma, na Itália, por sua vez serviu de modelo para o Forte de São Marcelo em sítio semelhante, na cidade do Salvador na Bahia de Todos os Santos, Brasil, cuja traça se deve ao Engenheiro-mor Francisco de Frias da Mesquita (desde 1603), em 1622.</em></span></p>
<p align="right">Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_S%C3%A3o_Louren%C3%A7o_do_Bugio" target="_blank">pt.wikipedia</a></p>
<p> </p>
<p><em><span style="font-size:small;"><strong> <a href="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=523864" target="_blank"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" title="Forte de São Lourenço do Bugio " src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortedesolourenodobugio2fotoarpels.jpg?w=696&#038;h=524" border="0" alt="Forte de São Lourenço do Bugio " width="696" height="524" /></a> </strong></span></em></p>
<p><em><span style="font-size:small;"><strong>Outras Ligações:</strong></span></em></p>
<li><a href="http://extranet.monumentos.pt/Monumentos/forms/002_B1.aspx" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Torre de São Lourenço (IPA / DGEMN)</span></em></a></li>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Instituto Português de Arqueologia</span></em></a></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=72323" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Torre de São Lourenço (Pesquisa de Património / IPPAR)</span></em></a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_S%C3%A3o_Louren%C3%A7o_do_Bugio" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Torre de São Lourenço – pt.wikipedia</span></em></a></li>
<li><a href="http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&amp;artid=807&amp;distritoid=11" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Torre de São Lourenço – Guia da Cidade</span></em></a></li>
<li><a href="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=523864" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Torre de São Lourenço &#8211; skyscrapercity.com</span></em></a>
<p align="center"> </p>
<p align="center"> </p>
</li>
Posted in Arquitectura, Fortalezas, História, Imagens, Património, Portugal, Renascentista, Torres  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/1357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/1357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/1357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/1357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/1357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/1357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/1357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/1357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/1357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/1357/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1357&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Forte de S&#227;o Bruno em Caxias &#8211; Lisboa</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/20/forte-de-so-bruno-em-caxias-lisboa/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 11:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[Barroco]]></category>
		<category><![CDATA[Fortalezas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[  
Depois da Restauração da Independência em 1640, D. João IV verificou a necessidade de reforçar a defesa da costa atlântica, face aos ataques da armada espanhola. Desta forma, os engenheiros militares do reino reestruturaram as fortalezas construídas no século XVI, aumentando a sua capacidade de fogo, e delinearam projectos para novas defesas, que reforçavam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1339&subd=mjfs&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><span style="font-size:small;"><em> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:F_s_bruno_caxias_4.jpg" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-left:0;margin-right:auto;border-bottom:0;" title="Forte de São Bruno em Caxias " src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortedesobrunodecaxiasfotocarlosluismcdacruz.jpg?w=696&#038;h=368" border="0" alt="Forte de São Bruno em Caxias " width="696" height="368" /></a> </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Depois da Restauração da Independência em 1640, D. João IV verificou a necessidade de reforçar a defesa da costa atlântica, face aos ataques da armada espanhola. Desta forma, os engenheiros militares do reino reestruturaram as fortalezas construídas no século XVI, aumentando a sua capacidade de fogo, e delinearam projectos para novas defesas, que reforçavam a linha de fogo das já existentes. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Em 1647 o monarca determinou que fosse edificado um pequeno forte no lugar de Caxias, destinado a intensificar a defesa da margem direita da barra do rio Tejo, através do cruzamento de fogo com os fortes de Nossa Senhora do Vale e Nossa Senhora de Porto Salvo, e desta forma reforçando a defesa do Forte de São Julião da Barra. D. António Luís de Meneses, conde de Cantanhede e Governador de Armas da Praça de Cascais, seria nomeado como responsável pela obra. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O forte apresenta planimetria poligonal em forma de estrela, que se desenvolve em torno de um pátio central quadrangular, com dois baluartes. A entrada no interior da bateria faz-se por um grande portal de arco pleno ladeado por pilastras, sobre o qual foi colocado o escudo de Portugal com a data 1647. Ao centro do pátio foi construída a casa forte, com cobertura abobadada. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>A partir do século XVIII esta fortaleza foi desactivada diversas vezes, devido aos frequentes assoreamentos a que estava sujeita. No início da centúria seguinte ainda integrou as designadas Linhas de Torres, três linhas defensivas formadas por um conjunto de cerca de 150 fortalezas distribuídas entre Torres Vedras e Lisboa, que asseguraram a defesa da capital durante a terceira invasão das tropas napoleónicas. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Depois desta data, o Forte de São Bruno foi desartilhado, e em 1895 seria ocupado pela Administração Geral das Alfândegas. Somente em meados do século XX, entre 1952 e 1958, o forte foi objecto de obras de conservação e restauro. </em></span></p>
<p align="right"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=74116" target="_blank">Texto: C. O. / IPPAR</a></p>
<h4><em>Outras Ligações:</em></h4>
<ul>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/" target="_blank"><em>Instituto Português de Arqueologia</em></a><em> </em></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=74116" target="_blank"><em>Forte de São Bruno (Pesquisa de Património &#8211; IPPAR)</em></a><em> </em></li>
<li><a href="http://www.amigosdoscastelos.org.pt/tabid/72/ctl/Details/mid/473/monumentID/42/language/pt-PT/default.aspx" target="_blank"><em>Forte de São Bruno na APAC</em></a><em> </em></li>
<li><a href="http://www.monumentos.pt/" target="_blank"><em>Forte de São Bruno (IPA/DGEMN)</em></a><em> </em></li>
<li><a href="http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=monumentos.ver&amp;artid=810&amp;distritoid=11" target="_blank"><em>Forte de São Bruno (Guia da Cidade)</em></a><em> </em></li>
<li><a href="http://www.caxias.org/fortesbruno.htm" target="_blank"><em>Forte de São Bruno em Caxias</em></a></li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><a href="http://www.caxias.org/imagens/sbruno/forte-de-sao-bruno.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;display:inline;border-left:0;border-bottom:0;" title="Forte de São Bruno de Caxias" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortedesobrunodecaxias.jpg?w=406&#038;h=263" border="0" alt="Forte de São Bruno de Caxias" width="406" height="263" /></a></p>
Posted in Arquitectura, Barroco, Fortalezas, História, Imagens, Património, Portugal  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/1339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/1339/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/1339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/1339/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/1339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/1339/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/1339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/1339/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/1339/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/1339/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1339&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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			<media:title type="html">Forte de São Bruno em Caxias </media:title>
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			<media:title type="html">Forte de São Bruno de Caxias</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Forte de Santa Apol&#243;nia &#8211; Lisboa</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/10/forte-de-santa-apolnia-lisboa/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 14:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[Fortalezas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
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		<description><![CDATA[  
O Forte de Santa Apolónia, também conhecido como Baluarte de Santa Apolónia ou Bateria do Manique, localiza-se na freguesia de São João, concelho e Distrito de Lisboa, em Portugal.

História
Integrante da cintura defensiva seiscentista de Lisboa, acredita-se que a sua edificação remonte à época da Guerra da Restauração, entre 1652 e 1668, e que jamais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1325&subd=mjfs&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><em><span style="font-size:small;"> <a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/get_image?code_pass=336424" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-left:0;margin-right:auto;border-bottom:0;" title="Forte de Santa Apolonia" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/02/fortedesantaapoloniaippar.jpg?w=710&#038;h=540" border="0" alt="Forte de Santa Apolonia" width="710" height="540" /></a> </span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:small;">O Forte de Santa Apolónia, também conhecido como Baluarte de Santa Apolónia ou Bateria do Manique, localiza-se na freguesia de São João, concelho e Distrito de Lisboa, em Portugal.</span></em></p>
<p align="justify"><a name="Hist.C3.B3ria"><em></em></a></p>
<h4><em>História</em></h4>
<p align="justify"><em><span style="font-size:small;">Integrante da cintura defensiva seiscentista de Lisboa, acredita-se que a sua edificação remonte à época da Guerra da Restauração, entre 1652 e 1668, e que jamais tenha sido concluído.</span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:small;">Em época indeterminada, a perda de sua função defensiva fez com que o imóvel do antigo forte fosse integrado aos terrenos da Quinta do Manique, que pertenceu inicialmente ao visconde de Manique (que lhe fez acrescentar dois portões seiscentistas em cantaria), e, posteriormente, aos condes de São Vicente.</span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:small;">Em 1945, os remanescentes do Forte de Santa Apolónia eram propriedade da firma George &amp; H. Hall, Lda.</span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:small;">O conjunto encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público por Decreto de 6 de Março de 1996. Aguarda, entretanto, a implementação de um projecto de preservação e recuperação encomendado, à época, pela Câmara Municipal de Lisboa, à Associação dos Amigos dos Castelos.</span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:small;">O plano prevê a recuperação da muralha e de duas guaritas, a escavação do terreno para retirada do entulho e uma intervenção paisagística de forma a preservar o baluarte, transformando-o num espaço verde onde se possa desfrutar a paisagem privilegiada do Tejo. Complementarmente, o projecto sugeriu a criação de um parque infantil, de uma cafetaria, além do aproveitamento de uma das três caves do edifício Concorde, um prédio de habitação de 12 pavimentos construído no interior da fortificação – sem licença de habitação – para instalação de um equipamento, por exemplo uma biblioteca. O custo</span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:small;"><strong>Características</strong></span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:small;">Este forte, no sector oriental da cidade, em posição dominante sobre o rio Tejo, encontra-se actualmente inscrito em zona habitada, numa zona carenciada de espaços verdes. De planta originalmente pentagonal, apresenta os flancos bem marcados e inseridos na gola; a muralha, que acompanha a inclinação do terreno, é de alvenaria com cunhais de cantaria de calcário e bases de duas guaritas, possuindo, também, dois portões seiscentistas mandados construir pelo Visconde de Manique, sendo que o esquerdo dá acesso ao mirante; no coroamento dos muros localizam-se guardas exteriores de alvenaria, canhoneiras e alegretes intervalados com assentos de pedra.</span></em></p>
<p align="justify"><a name="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas"><em></em></a></p>
<h4><em>Outras Ligações</em></h4>
<ul>
<li>
<div><a href="http://www.monumentos.pt/" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</span></em></a><em><span style="font-size:small;"> </span></em></div>
</li>
<li>
<div><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Instituto Português de Arqueologia</span></em></a><em><span style="font-size:small;"> </span></em></div>
</li>
<li>
<div><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=73741" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Forte de Santa Apolônia (Pesquisa de Património / IPPAR)</span></em></a><em><span style="font-size:small;"> </span></em></div>
</li>
<li>
<div><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_Santa_Apol%C3%B3nia" target="_blank"><em><span style="font-size:small;">Forte de Santa Apolónia – Wikipédia</span></em></a></div>
</li>
</ul>
<p align="right"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_Santa_Apol%C3%B3nia" target="_blank">(Fonte. pt.wikipedia)</a></p>
<p align="left"> </p>
<p align="center"><span style="font-size:small;"><em><strong>Notícias:</strong></em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>&#8216;Task force&#8217; para cuidar forte de Santa Apolónia </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Monumento alberga uma torre de 12 pisos dentro das muralhas </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>A recuperação da estrutura patrimonial do antigo forte de Santa Apolónia ou Baluarte de Santa Apolónia, em Lisboa, a criação naquele local de espaços verdes, zonas de lazer e até a eventual promoção de um centro social de apoio à população idosa carenciada da freguesia de São João, são ideias contidas numa proposta que os vereadores eleitos pela lista Cidadãos por Lisboa, levam amanhã à reunião do executivo municipal.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Desde 1995, que vários projectos de recuperação foram anunciados pelas diversas gestões da autarquia de Lisboa com vista à recuperação do que resta deste forte seiscentista. Contudo, até agora nenhuma se concretizou. Em 2001, o DN chegou mesmo a noticiar que havia verba inscrita no orçamento municipal para o início dos trabalhos&#8230;</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Não sendo uma prioridade, a recuperação do baluarte acabou por ser sucessivamente adiada. Com a degradação do edificado e a insegurança a avançarem a passos largos, Helena Roseta, do grupo dos vereadores Cidadãos por Lisboa defende que o município deve &#8220;através do pelouro da Reabilitação Urbana, iniciar os procedimentos necessários à constituição de uma &#8220;task force;&#8221; , da qual façam parte elementos da autarquia dos pelouros da Acção Social, Cultura e Espaços Verdes e Reabilitação Urbana e representantes do IGESPAR, da Associação dos Amigos dos Castelos, da equipa do Projecto Agenda Local XXI da Quercus, da Associação Lisboa Verde e da Freguesia de S. João com a missão de reabilitar aquele monumento.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Em 2001, um projecto de reabilitação do espaço que contou com o apoio técnico do presidente da Associação dos Amigos dos Castelos, e especialista em engenharia militar, coronel Sousa Lobo, chegou a estar orçamentado e pronto a ser lançado a concurso: 1,150 milhões de euros era o valor do investimento estimado. A intervenção previa a recuperação do pano da muralha, de algumas guaritas, modelação do terreno, criação de um sistema de drenagem, plantação de árvores e criação de zona de lazer com esplanada, um café e uma biblioteca. A ideia era dar segurança criar infra-estruturas para envolvente.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>No interior do que resta do Baluarte de Santa Apolónia, localizado junto à Avenida Afonso III, foi construída há 24 anos uma torre de 12 pisos acima do solo. São, precisamente, os moradores deste Edifício Concorde, quem mais tem reivindicado a recuperação do velho forte. </em></span></p>
<p align="right"><a href="http://dn.sapo.pt/2008/03/11/cidades/task_force_para_cuidar_forte_santa_a.html" target="_blank">(Fonte: DN-Online – Por: Luísa Botinas – 11/03/08)</a></p>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Forte de Santo Ant&#243;nio da Barra ou Forte de Santo Ant&#243;nio do Estoril ou Forte Velho &#8211; Cascais &#8211; Lisboa</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/09/forte-de-santo-antnio-da-barra-ou-forte-de-santo-antnio-do-estoril-ou-forte-velho-cascais-lisboa/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 10:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;
 
Edificado em 1590 por ordem de Filipe I, o Forte de Santo António da Barra foi executado pelo engenheiro militar Padre Giovanni Vincenzo Casale, napolitano ao serviço da Coroa espanhola, que chegou a Portugal em 1589 para fortificar a barra do Tejo contra os ataques dos navios ingleses. 
O forte, de planta estrelada irregular, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1333&subd=mjfs&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>&#160;</p>
<p><a href="http://extranet.monumentos.pt/Monumentos/usercontrols/ImageMaximized.aspx?ImageName=&amp;TableID=H80000139&amp;PageCount=54&amp;LastPageInOD=0&amp;ODType=undefined&amp;RRN=141811&amp;ODNumber=60&amp;PageNumber=18&amp;DocRRN=17256" target="_blank"><img title="Forte Santo Antonio da Barra 1 - IHRU-DGEMN-DSID" style="border-right:0;border-top:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-left:0;margin-right:auto;border-bottom:0;" height="461" alt="Forte Santo Antonio da Barra 1 - IHRU-DGEMN-DSID" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/02/fortesantoantoniodabarra1ihrudgemndsid.jpg?w=696&#038;h=461" width="696" border="0" /></a> </p>
<p align="justify"><font size="3"><em>Edificado em 1590 por ordem de Filipe I, o Forte de Santo António da Barra foi executado pelo engenheiro militar Padre Giovanni Vincenzo Casale, napolitano ao serviço da Coroa espanhola, que chegou a Portugal em 1589 para fortificar a barra do Tejo contra os ataques dos navios ingleses. </em></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><em>O forte, de planta estrelada irregular, possui dois baluartes agudos, ligados por revelins em V rasgados por canhoeiras, com guaritas cilíndricas nos cunhais, que fazem também a ligação às muralhas exteriores. No centro possui casa forte quadrada, com capela e casernas abobadadas, que são protegidas por uma segunda cintura de muralhas constituída por dois baluartes, ligados por revelins em ferradura. Entre as muralhas foi aberto o fosso, que actualmente ainda se conserva. </em></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><em>A sua planimetria é pouco usual, não se integrando no modelo edificativo das fortalezas da barra do Tejo. Além disso, o projecto inicial foi alterado depois de 1640, na época da Guerra de Restauração, quando a Coroa portuguesa empreendeu uma reforma das fortalezas existentes ao longo da costa atlântica, para reforçar o poder de fogo existente. </em></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><em>Em meados do século XX foram executadas diversas obras de remodelação do forte, tendo sido adaptado a residência de verão do Presidente do Concelho. Actualmente, o espaço funciona como colónia de férias do Instituto de Odivelas. </em></font></p>
<p align="right"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=72759" target="_blank"><em>Texto: C.O. / IPPAR</em></a></p>
<p><em><strong>Outras Ligações:</strong></em></p>
<li><em><a href="http://www.monumentos.pt/scripts/zope.pcgi/ipa/pages/frameset?nome=ipa&amp;upframe=upframe3&amp;downframe=ipa.html" target="_blank">Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</a></em> </li>
<li><em><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/" target="_blank">Instituto Português de Arqueologia</a></em> </li>
<li><em><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=72759" target="_blank">Forte de Santo António da Barra (Pesquisa de Património &#8211; IPPAR)</a></em> </li>
<li><em><a href="http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&amp;artid=906&amp;distritoid=11" target="_blank">Forte de Santo António da Barra (Guia da Cidade)</a></em> </li>
<li><em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_Santo_Ant%C3%B3nio_do_Estoril" target="_blank">Forte de Santo António da Barra (pt.wikipedia)</a></em> </li>
<p align="center"><a href="http://extranet.monumentos.pt/Monumentos/usercontrols/ImageMaximized.aspx?ImageName=&amp;TableID=H80000139&amp;PageCount=1&amp;LastPageInOD=0&amp;ODType=undefined&amp;RRN=13174&amp;ODNumber=25&amp;PageNumber=1&amp;DocRRN=2939" target="_blank"><img title="Forte Santo Antonio da Barra - IHRU-DGEMN-DSID" style="border-right:0;border-top:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-left:0;margin-right:auto;border-bottom:0;" height="453" alt="Forte Santo Antonio da Barra - IHRU-DGEMN-DSID" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/02/fortesantoantoniodabarraihrudgemndsid.jpg?w=696&#038;h=453" width="696" border="0" /></a></p>
Posted in Arquitectura, Fortalezas, História, Imagens, Património, Portugal  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/1333/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/1333/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/1333/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/1333/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/1333/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/1333/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1333&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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			<media:title type="html">Forte Santo Antonio da Barra - IHRU-DGEMN-DSID</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Forte de S&#227;o Vicente &#8211; Torres Vedras</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2009/04/08/forte-de-so-vicente-torres-vedras/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 17:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[Fortalezas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[  
O Forte de S. Vicente situa-se no cimo de um dos mais altos montes que cercam o vale onde está implantada a cidade de Torres Vedras. 
É formado por um interessante conjunto de fossos, trincheiras, traveses e posições de fogo, que se mantém com a disposição do tempo da terceira invasão francesa. 
A sua [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=1386&subd=mjfs&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center"><span style="font-size:small;"><em><a href="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortesovicentetorresvedras.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;display:inline;border-left:0;border-bottom:0;" title="Forte São Vicente - Torres Vedras" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2009/03/fortesovicentetorresvedras-thumb.jpg?w=696&#038;h=526" border="0" alt="Forte São Vicente - Torres Vedras" width="696" height="526" /></a>  </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O Forte de S. Vicente situa-se no cimo de um dos mais altos montes que cercam o vale onde está implantada a cidade de Torres Vedras. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>É formado por um interessante conjunto de fossos, trincheiras, traveses e posições de fogo, que se mantém com a disposição do tempo da terceira invasão francesa. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>A sua construção iniciou-se em 1809 e fazia parte do que viriam a chamar-se &#8221; Linhas de Torres Vedras &#8220;. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O principal objectivo deste conjunto arquitectónico militar era a defesa de Lisboa. Pretendia-se criar, sob a proposta de Wellington (que previa uma nova invasão do exercito francês), um sistema de fortificações que reforçasse os obstáculos naturais e ao mesmo tempo permitisse a comunicação com o mar, salvaguardando assim uma possível retirada dos ingleses, em caso de derrota. </em></span></p>
<p><span style="font-size:small;"><em>A construção das &#8220;Linhas de Torres&#8221; iniciou-se em Novembro de 1809 com os fortes de S. Julião da Barra, Sobral e Torres Vedras, a que se seguiram as fortificações de Mafra, Montachique, Bucelas e Vialonga.<br />
Quando foram ocupadas, em 1810, tinham apenas 108 fortes, pois não estavam concluídas as obras, o que só veio a acontecer em 1812. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>O Forte de S. Vicente era um dos pontos mais fortificados das &#8220;Linhas de Torres Vedras&#8221;, continha 39 bocas de fogo e capacidade para 2.000 homens, e juntamente com o Castelo, que continha 11 bocas de fogo, constituíam os dois redutos da vila, aos quais se juntava uma bateria fechada, próxima do Varatojo. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Seguiam as linhas depois pela margem esquerda do Sizandro ate ao mar. Este rio foi tornado na altura praticamente intransponível, pois a agravar o seu curso já de si pantanoso. foram construídas comportas destinadas a reter a água.</em></span></p>
<p align="right"><a href="http://www.cm-tvedras.pt/visitar/monumentos/forte-s-vicente/" target="_blank">Fonte: Câmara Municipal de Torres Vedras</a></p>
<p><strong><em>Outros Links:</em></strong></p>
<li><a href="http://www.monumentos.pt" target="_blank"><em>Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</em></a></li>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/" target="_blank"><em>Instituto Português de Arqueologia</em></a></li>
<li><a href="http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&amp;artid=16097&amp;distritoid=11" target="_blank"><em>Forte de São Vicente &#8211; Guia da Cidade</em></a></li>
<li><a href="http://www.cm-tvedras.pt/visitar/monumentos/forte-s-vicente/" target="_blank"><em>Forte de São Vicente &#8211; Câmara Municipal de Torres Vedras</em></a></li>
<li><em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_S%C3%A3o_Vicente_de_Torres_Vedras" target="_blank">Forte de São Vicente – na Wikipédia</a> </em> 
<p align="center"> </p>
</li>
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