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	<title>ÍCONES DE PORTUGAL</title>
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	<description>Património de Portugal</description>
	<pubDate>Fri, 16 May 2008 08:11:48 +0000</pubDate>
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		<title>Igreja de S&#227;o Pedro de Ferreira - Pa&#231;os Ferreira</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 08:11:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<category><![CDATA[Património]]></category>

		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[
As origens do Mosteiro de São Pedro de Ferreira não estão, ainda, devidamente esclarecidas. Ao que tudo indica, o local possui uma longa história de ocupação, que remontará à época romana, mas, até agora, o conjunto não foi alvo de uma desejada intervenção arqueológica, que permita esclarecer esta e outras dúvidas. De acordo com Manuel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/PHOTO_SEARCH_PUB.createSearchOneForm?id=3679" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/05/fachada-lateral-foto-paulo-almeida-fernandes-2006-ippar.jpg?w=710&h=537" border="0" alt="Fachada Lateral  - Foto Paulo Almeida Fernandes 2006 - IPPAR" width="710" height="537" /></a></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>As origens do Mosteiro de São Pedro de Ferreira não estão, ainda, devidamente esclarecidas. Ao que tudo indica, o local possui uma longa história de ocupação, que remontará à época romana, mas, até agora, o conjunto não foi alvo de uma desejada intervenção arqueológica, que permita esclarecer esta e outras dúvidas. De acordo com Manuel Luís Real, que mais e melhor estudou este monumento, Ferreira aparece referida na documentação desde o século X, sendo muito provável que, logo no chamado repovoamento de Afonso III, se tivesse edificado um primeiro estabelecimento.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Os vestígios materiais mais antigos reportam-se aos finais do século XI, ou inícios do seguinte, e possuem outros paralelos no Douro Litoral. Sabemos, assim, que antes do actual edifício, outro existiu, com características estilísticas comuns a diversas igrejas da região, em particular as primeiras fases de Paço de Sousa, Travanca ou Manhente. Desse núcleo fazem parte diversos fragmentos, como restos de frisos em bilhetes, aduelas de entrançados, capitéis, etc., que ajudam a compreender o âmbito artístico desta primeira obra românica.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>A actual igreja não foi começada antes dos finais do século XII. Em 1281, o mosteiro passou para a posse dos Beneditinos, que empreenderam, então, a construção que ainda hoje vemos. Apesar da datação relativamente tardia, e das proporções da sua igreja (que temos de considerar modestas), o conjunto constitui um dos nossos mais interessantes monumentos românicos, em especial pelos referentes regionais artísticos que confluíram no seu estaleiro. A marcha das obras terá sido bastante rápida, não se identificando rupturas no processo construtivo, o que poderá indicar uma situação de desafogo económico pouco comum na época.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Tipologicamente, trata-se de um templo de nave única, segmentado em quatro tramos, com capela-mor mais baixa que o corpo, dotada de duplo tramo, sendo o último semicircular. No exterior, manifesta-se, já, algum requinte construtivo, como o recurso a contrafortes nos pontos de apoio dos tirantes do telhado da nave (situação que se justifica pela sua grande altura), a utilização de bandas lombardas a todo o redor ou a disposição do portal principal, em desenvolvido e saliente gablete. No interior, sobressai a solução dada à capela-mor, com dois andares de arcarias, que integram três janelas fenestradas (em posição harmónica) e as restantes cegas, precedendo uma abóbada de cinco faces.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Manuel Real identificou três correntes essenciais para o singular produto aqui conseguido. As duas primeiras são uma constante da nossa arte românica e representam os dois principais focos de influência artística então em voga: Braga e Coimbra. À tradição bracarense deve-se o antigo tímpano (que seria idêntico ao de Unhão), mas também numerosos capitéis (em particular os do portal Sul), as impostas vegetalistas com cabeças humanas nos ângulos, ou os frisos cordiformes da ábside e do portal ocidental. À tradição conimbricense, por outro lado, atribui-se os capitéis exteriores da ábside e as arcaturas geminadas do interior da capela-mor, cujos toros, em alguns casos, diédricos, fazem com que as dominantes do românico coimbrão tenha chegado a Ferreira passando pela Catedral do Porto, onde sabemos terem trabalhado homens formados nos grandes estaleiros da cidade do Mondego.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Mas a Ferreira chegou um terceiro foco de realização: Zamora. As extremas semelhanças do portal principal da nossa igreja para com o Portal del Obispo da catedral zamorana (obra depois repetida em outras obras daquela região espanhola) denunciam a actividade de um mestre formado em Castilla la Mancha, ao mesmo tempo que outros canteiros de formação portuguesa laboravam no conjunto.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Terminada a obra, Ferreira foi também o ponto de partida para outro núcleo estilístico, baptizado de &#8220;Românico nacionalizado&#8221; por Manuel Monteiro, que caracterizará toda a primeira metade do século XIII no interior da região do Porto.</em></span></p>
<p align="right"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=70362" target="_blank"><span style="font-size:xx-small;">IPPAR - PAF</span></a></p>
<p align="right"> </p>
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		<title>Castelo de Miranda do Douro - Bragan&#231;a</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2008/05/15/castelo-de-miranda-do-douro-bragana/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2008 14:20:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arqueologia]]></category>

		<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>

		<category><![CDATA[Castelos]]></category>

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		<category><![CDATA[Património]]></category>

		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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O castelo de Miranda do Douro foi edificado num segundo momento de povoamento e ordenamento de Trás-os-Montes, ocorrido no reinado de D. Dinis. Os primeiros reis haviam dotado esta vasta região de unidades administrativas tuteladas por castelos românicos, denominadas Terras, que tinham por missão vincar a autoridade régia numa zona do reino que era notoriamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<p align="center"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/PHOTO_SEARCH_PUB.createSearchOneForm?id=2395" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/05/castelo-miranda-do-douro-foto-jos-eduardo-mendes-2003-ippar-2.jpg?w=620&h=820" border="0" alt="Castelo Miranda do Douro - Foto José Eduardo Mendes - 2003 - IPPAR - 2" width="620" height="820" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/PHOTO_SEARCH_PUB.createSearchOneForm?id=2395" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/05/castelo-miranda-do-douro-foto-jos-eduardo-mendes-2003-ippar-1.jpg?w=620&h=470" border="0" alt="Castelo Miranda do Douro - Foto José Eduardo Mendes - 2003 - IPPAR - 1" width="620" height="470" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Viner Hand ITC;"><strong><em>O castelo de Miranda do Douro foi edificado num segundo momento de povoamento e ordenamento de Trás-os-Montes, ocorrido no reinado de D. Dinis. Os primeiros reis haviam dotado esta vasta região de unidades administrativas tuteladas por castelos românicos, denominadas Terras, que tinham por missão vincar a autoridade régia numa zona do reino que era notoriamente periférica. Com o passar do tempo, tal estrutura de poder veio a revelar-se inadequada e D. Afonso III iniciou uma política distinta, que teve na fundação de novas vilas urbanas a sua face mais visível. No território de Miranda do Douro, a nova vila foi fundada por D. Dinis em 1286, culminando, desta forma, a transferência de poder do antigo castelo de Algoso, cabeça-de-terra até essa data. </em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Viner Hand ITC;"><strong><em>Apesar desta alteração, o novo modelo organizativo não dispensava a edificação de estruturas militares. Desta forma, D. Dinis terá mandado edificar um castelo numa das extremidades da vila (a Noroeste), a que se associava uma cerca urbana, de planta rectangular irregular, destinada a proteger a população. Não é certo que a totalidade das obra tenha ocorrido no reinado deste monarca. A Monarquia Lusitana veiculou a ideia de que o processo construtivo da vila se iniciara em 1294 e concluíra escassos quatro anos depois, mas é natural que o estaleiro se tenha prolongado pelas décadas seguintes. Certo é que D. Dinis esteve em Miranda em 1297, pouco antes de assinar o Tratado de Alcanices, decorrendo já as obras.</em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Viner Hand ITC;"><strong><em>Infelizmente, estamos mal informados a respeito da fortaleza dionisina. Às naturais transformações nos séculos posteriores, juntou-se uma violenta explosão, em 1762, que desfigurou partes fundamentais da obra gótica. Ao que tudo indica, o castelo tinha a forma rectangular e as suas muralhas ligavam &#8220;a formidável torre de menagem, situada num dos ângulos, a três outras torres mais baixas também em posição angular, duas delas quadrangulares e uma hexagonal&#8221;. Por esta descrição, fácil se torna vislumbrar uma fortaleza tipicamente gótica, com portas e ângulos defendidos activamente por altas torres que permitiam o tiro vertical sobre os pontos mais sensíveis. A porta principal, a que se associava uma das torres, era em forma de cotovelo, desenho igualmente característico da arquitectura militar do século XIV.</em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Viner Hand ITC;"><strong><em>A vila era muralhada e o seu traçado urbanístico revela uma planificação de raiz. Duas portas, voltadas a Este e a Oeste e flanqueadas por duas torres quadrangulares formando um conjunto harmónico, permitiam o acesso à vila, e eram ligadas por uma rua direita que confluía, ao centro, numa praça, hoje Praça de D. João III. Esta artéria era atravessada por outras vias secundárias, formando uma trama ortogonal de que se destaca a actual Rua Mouzinho de Albuquerque, que ligava a praça central à porta que levava ao rio. Uma das particularidades da vila medieval era a existência de uma couraça (ainda desenhada por Duarte d&#8217;Armas nos inícios do século XVI), que protegia o acesso dos moradores ao rio, estrutura desmantelada durante a época moderna.</em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Viner Hand ITC;"><strong><em>A partir da segunda metade do século XVI, a fortaleza experimentou diversas alterações, que visaram convertê-la numa praça moderna e adaptada à guerra de artilharia. Na cerca da vila, a principal obra então realizada foi a construção de um baluarte diante da porta principal, a que se juntaram diversas guaritas nos ângulos. Mais radicais foram os trabalhos no castelo, que obrigaram à destruição de grande parte das torres e respectivo nivelamento do terreno para instalação de peças de artilharia.</em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Viner Hand ITC;"><strong><em>Em Maio de 1762, num momento em que a praça tentava resistir às tropas espanholas, o paiol explodiu, levando consigo alguns troços que não mais se reconstruíram. É por isso que, em muitas partes do recinto, a ausência de muralhas é flagrante, tendo-se limitado os trabalhos de restauro a pouco mais que obras de consolidação.</em></strong></span></p>
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=74749" target="_blank">Texto: IPPAR - PAF</a></span></p>
<p align="right"> </p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;">OUTROS LINKS:</span></p>
<li><a href="http://www.monumentos.pt/scripts/zope.pcgi/ipa/pages/frameset?nome=ipa&amp;upframe=upframe3&amp;downframe=ipa.html">Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</a></li>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/">Instituto Português de Arqueologia</a></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=74749">Castelo de Miranda do Douro (Pesquisa de Património / IPPAR)</a></li>
<li><a href="http://www.guiadacidade.pt/portugal/redir.php?artid=15064" target="_blank">Castelo de Miranda do Douro (Guia da Cidade)</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Miranda_do_Douro" target="_blank">Castelo de Miranda do Douro (pt.wikipedia)</a></li>
<li><a href="http://www.gt.estt.ipt.pt/techne%20on-line/castelosportugal/MIRANDA_DO_DOURO.HTM" target="_blank">Castelo de Miranda do Douro</a></li>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/mjfs.wordpress.com/531/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/mjfs.wordpress.com/531/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/531/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/531/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/531/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/531/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/531/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/531/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/531/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/531/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/531/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/531/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=531&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Castelo Miranda do Douro - Foto José Eduardo Mendes - 2003 - IPPAR - 2</media:title>
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			<media:title type="html">Castelo Miranda do Douro - Foto José Eduardo Mendes - 2003 - IPPAR - 1</media:title>
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		<title>Quinta de Fafi&#227;es - Le&#231;a do Balio - Matosinhos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 10:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Imagens]]></category>

		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

		<category><![CDATA[Propriedades (Quintas, Casais...)]]></category>

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Muito embora não tenham subsistido testemunhos documentais relativos à maioria das casas de campo, nos arredores do Porto, que se encontram associadas à figura de Nasoni, a sua atribuição a este artista italiano tem sido defendida por diversos autores.  É este o caso da Casa e Quinta de Fafiães, que tal como a Quinta do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/mostrar_imagem?code_pass=7548204" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/04/quinta-de-fafiaes-jos-eduardo-gama-2006-ippar.jpg?w=710&h=539" border="0" alt="Quinta de Fafiaes - josé eduardo gama 2006-IPPAR" width="710" height="539" /></a></p>
<p> </p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Muito embora não tenham subsistido testemunhos documentais relativos à maioria das casas de campo, nos arredores do Porto, que se encontram associadas à figura de Nasoni, a sua atribuição a este artista italiano tem sido defendida por diversos autores.  É este o caso da Casa e Quinta de Fafiães, que tal como a Quinta do Chantre ou a Casa do Dr. Domingos Barbosa, devem resultar de uma encomenda da família Barbosa Albuquerque ao referido arquitecto italiano. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Manuel Barbosa de Albuquerque foi Chantre da Sé do Porto entre 1732 e 1736, época em que terá estabelecido contactos com Nasoni no sentido deste intervir em Fafiães, dado que a capela apresenta uma inscrição com a data de 1731. Esta ideia surge corroborada na investigação levada a cabo pelo historiador norte-americano Robert Smith, que ao analisar a obra de Nicolau Nasoni relacionou determinados elementos da Sé do Porto com a Casa de Fafiães. Entre outros, destacam-se os motivos de granito no muro que divide o jardim. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>Este muro, situado no eixo da capela, separa a zona de acesso à Casa do espaço que lhe fica defronte, e onde sobressai a fonte, de remate sinuoso, com motivos muito semelhantes aos da portada do patamar da escada dos Clérigos. Assim, e neste conjunto arquitectónico e paisagístico de grande unidade, Nasoni terá optado por se aproximar do ideal de arquitectura civil europeu, em que todo o espaço &#8220;(&#8230;) é submetido a um grande eixo de desenvolvimento, onde a casa, como acontece nas villas italianas ou palácios franceses, se situava no centro deste eixo&#8221;. </em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>A planta da Casa desenvolve-se em L, com fachada principal marcada pelas escadas de lanço único, de acesso ao andar nobre. A porta e janela centrais, unidas num único motivo, concentram em si a decoração do frontispício. A capela dedicada a Nossa Senhora do Desterro, que domina a zona lateral da Casa, a Norte, apresenta fachada rematada por frontão curvo e pináculos volumosos. Um remate que, de acordo com Smith, parece evocar os desenhos das gravuras do maneirismo flamengo. O portal, de desenho recortado, forma um bloco com a janela, também recortada, que se lhe sobrepõe. A sua concepção denota grande proximidade com a Capela da Quinta do Chantre, onde Nasoni optou por um esquema idêntico. Contudo, e ainda que mais planos, voltamos a encontrar uma série de elementos decorativos que recordam os utilizados na Sé portuense, nomeadamente ao nível da cartela da janela, das borlas do peitoril da janela ou das folhas de acanto no perfil da janela.</em></span></p>
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=73843" target="_blank">Texto: (Rosário Carvalho) - IPPAR</a></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/mjfs.wordpress.com/487/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/mjfs.wordpress.com/487/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/487/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/487/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/487/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/487/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/487/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/487/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/487/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/487/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/487/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/487/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=487&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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			<media:title type="html">Quinta de Fafiaes - josé eduardo gama 2006-IPPAR</media:title>
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		<title>Castelo de Braga (Torre de Menagem)</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2008/05/13/castelo-de-braga-torre-de-menagem/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 12:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>

		<category><![CDATA[Castelos]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<category><![CDATA[Património]]></category>

		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

		<category><![CDATA[Torres]]></category>

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O que resta do castelo de Braga (a sua torre de menagem e alguns troços dispersos) é o produto da campanha construtiva trecentista, século de intensa actividade construtiva militar e a que corresponde a maioria das nossas estruturas defensivas medievais, tanto castelos como cercas urbanas. No entanto, a história das muralhas de Braga é bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/mostrar_imagem?code_pass=8034038" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/04/braga-torre-menagem-paulo-almeida-fernandes-2006-ippar1.jpg?w=669&h=788" border="0" alt="Braga - Torre Menagem - Paulo Almeida Fernandes (2006)-IPPAR" width="669" height="788" /></a></p>
<p> </p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Braga-sec-xvii.png" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/04/castelo-braga-sec-xvii2.png?w=435&h=262" border="0" alt="Castelo Braga Sec XVII" width="435" height="262" align="left" /></a></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;">O que resta do castelo de Braga (a sua torre de menagem e alguns troços dispersos) é o produto da campanha construtiva trecentista, século de intensa actividade construtiva militar e a que corresponde a maioria das nossas estruturas defensivas medievais, tanto castelos como cercas urbanas. No entanto, a história das muralhas de Braga é bem anterior e passou por muitas mais fases construtivas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;">O primeiro momento da História em que se detecta uma estrutura militar a cercar a cidade data da ocupação romana tardia, pelos finais do século III. Graças ao trabalho continuado da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, tem sido possível conhecer grande parte do seu traçado, cronologia e aparelho construtivo. Os dados mais recentes apontam para uma planta poligonal, definida por troços rectilíneos, e com uma área amuralhada entre 40 e 50 hectares, pontuada por torreões de planta semi-circular, dois deles revelados pelas intervenções arqueológicas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;">As informações sobre a história militar de Braga durante a Alta Idade Média não permitem conclusões definitivas acerca do rumo da cerca urbana. Ao que tudo indica, a escolha de Braga para capital do reino suevo deve ter determinado uma manutenção da anterior estrutura organizativa. Neste sentido, o retrocesso da área urbana - que tanto caracteriza a Alta Idade Média ocidental - pode ter acontecido apenas após a unificação do reino visigótico, ou ainda mais tarde, na sequência do repovoamento asturiano-leonês.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;">Só no século XI encontramos informações mais seguras. Nesta altura, uma segunda cerca estava em formação mas, paradoxalmente, a secção Norte da muralha romana era ainda utilizada para delimitar o perímetro urbano. Ao que tudo indica, a recessão urbana havia cantonado a população junto deste troço, sendo os limites Sul e Oeste definidos por um novo troço de muralha, já altimedieval.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;">As grandes reformas aconteceram a partir do século XIII. Nesta altura, ter-se-á abandonado o troço Norte das muralhas romanas e a cidade cresceu no sentido setentrional (e não meridional, em direcção à recuperação do antigo espaço romano). Este parece ser o principal facto para que o perímetro medieval pleno não siga o que, inicialmente, os romanos haviam delineado. A nova centralidade da urbe, em torno da sua Sé-Catedral, é outro dos argumentos essenciais para o novo desenho das muralhas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;">Infelizmente, é também pouco o que sabemos acerca deste projecto baixo-medieval. As obras decorreram com extrema lentidão e, ao que tudo indica, a nova cerca revelou-se pouco eficaz, na medida em que, na década de 70 do século XIV, a cidade foi conquistada com aparente facilidade pelas tropas castelhanas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;">A torre de menagem é o mais importante elemento remanescente do antigo castelo mandado construir por D. Dinis. Com cerca de 30 metros de altura (e um interior de três pisos), impõe-se, ainda hoje, na malha urbana da cidade, apesar da extrema proximidade de muitos edifícios posteriores. A sua construção revela um projecto claramente gótico, com ameias e matacães nos vértices, uma janela geminada no topo, bem como as pedras de armas de D. Dinis.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;">Ao longo dos séculos XIV e XV, e terminado o castelo, as atenções reais concentraram-se nas muralhas. É neste contexto que surgem numerosas torres, de planta quadrangular, destinadas a afirmar o poder urbano e régio. No entanto, as novas disposições da guerra determinaram a progressiva perda de função deste sistema. No século XVI, eram já muitos os edifícios adossados à cerca, pelo lado exterior, sinal claro da ineficácia e abandono do dispositivo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;">Embora o cruzamento de dados arqueológicos com elementos documentais tenha possibilitado o reconhecimento geral do traçado da muralha medieval, a verdade é que existem muitos pontos de dúvida, como o da localização exacta das portas (sabe-se que existiam, pelo menos, 4) e das torres, perguntas que aguardam, ainda, novas intervenções.</span></p>
<p align="right"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=70652" target="_blank">Texto - IPPAR (PAF)</a></p>
<p align="right"> </p>
<p align="justify"><strong>OUTROS LINKS</strong></p>
<li><a href="http://www.monumentos.pt/scripts/zope.pcgi/ipa/pages/frameset?nome=ipa&amp;upframe=upframe3&amp;downframe=ipa.html">Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</a></li>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/">Instituto Português de Arqueologia</a></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=70652">Castelo de Braga (Pesquisa de Património / IPPAR)</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Braga" target="_blank">Castelo de Braga (pt.wikipedia)</a></li>
<li><a href="http://www.cantodaterra.net/ct/site/castelos/castelo.asp?id=90" target="_blank">Castelo de Braga (Canto da Terra)</a></li>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/mjfs.wordpress.com/479/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/mjfs.wordpress.com/479/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/479/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/479/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/479/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/479/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/479/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/479/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/479/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/479/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/479/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/479/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=479&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Braga - Torre Menagem - Paulo Almeida Fernandes (2006)-IPPAR</media:title>
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			<media:title type="html">Castelo Braga Sec XVII</media:title>
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		<title>Capela S&#227;o F&#233;lix - Le&#231;a do Balio - Matosinhos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 14:47:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>

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Pequena capela setecentista de uma só nave de planta rectangular e sacristia adossada lateralmente também rectangular integrada na Quinta de São Félix de Picoutos. Os diferentes volumes são articulados com coberturas diferenciadas em telhado de uma e duas águas. A fachada é enquadrada por cunhais rematados por pináculos piramidais. O portal principal de vão rectangular [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/PHOTO_SEARCH_PUB.createSearchOneForm?id=3656" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/04/s-felix-matosinhos-foto-ippar-fachada-principal.jpg?w=710&h=538" border="0" alt="S Felix - Matosinhos - Foto IPPAR - Fachada Principal" width="710" height="538" /></a></p>
<p> </p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Bradley Hand ITC;"><strong>Pequena capela setecentista de uma só nave de planta rectangular e sacristia adossada lateralmente também rectangular integrada na Quinta de São Félix de Picoutos. Os diferentes volumes são articulados com coberturas diferenciadas em telhado de uma e duas águas. A fachada é enquadrada por cunhais rematados por pináculos piramidais. O portal principal de vão rectangular é balizado por pilastras toscanas que suportam um frontão curvo interrompido, sobrepujado, sucessivamente, por uma janela envidraçada e um nicho emoldurado que já não contém o santo padroeiro. No topo, apresenta um campanário, de um só vão, rematado por um frontão triangular interrompido, sobre o qual se implanta uma cruz. O interior de nave única abobadada é iluminado pela janela da fachada principal e por duas outras gradeadas rasgadas nas paredes colaterais. De salientar ainda o coro-alto, apoiado por consolas de pedra e com varandim de madeira cujo acesso é feito pelo exterior. No altar existe um retábulo, em talha dourada, com colunas salomónicas revestidas por cachos de uvas, fénix e putti.</strong></span></p>
<p> </p>
<p align="center"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/PHOTO_SEARCH_PUB.createSearchOneForm?id=3656" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/04/s-felix-matosinhos-foto-ippar-tards1.jpg?w=702&h=920" border="0" alt="S Felix - Matosinhos - Foto IPPAR - Tardós" width="702" height="920" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=71064" target="_blank">(Fonte: IPPAR (A.A.M.))</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/mjfs.wordpress.com/471/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/mjfs.wordpress.com/471/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/471/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/471/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/471/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/471/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/471/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/471/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=471&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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			<media:title type="html">S Felix - Matosinhos - Foto IPPAR - Fachada Principal</media:title>
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			<media:title type="html">S Felix - Matosinhos - Foto IPPAR - Tardós</media:title>
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	</item>
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		<title>Castelo da D. Chica - Palmeira - Braga</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2008/05/11/castelo-da-d-chica-palmeira-braga/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 May 2008 10:17:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>

		<category><![CDATA[Castelos]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Imagens]]></category>

		<category><![CDATA[Monumentos]]></category>

		<category><![CDATA[Património]]></category>

		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
 
O Castelo de D. Chica foi desenhado pelo arquitecto Ernesto Korrodi em 1915, para servir de habitação a J. Ferreira do Rego e sua mulher, a brasileira Francisca Peixoto Rego, a quem se refere a designação popular do imóvel. 
Este projecto surge no contexto da &#8220;Habitação Nobre de Província&#8221;, uma tipologia de casa a que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center"><a href="http://www.panoramio.com/photo/4984878" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/04/d-chica-palmeira-braga-wwwpanoramiocom-photos-original-49848781.jpg?w=710&h=538" border="0" alt="D. Chica - Palmeira - Braga - www.panoramio.com-photos-original-4984878" width="710" height="538" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Viner Hand ITC;"><strong>O Castelo de D. Chica foi desenhado pelo arquitecto Ernesto Korrodi em 1915, para servir de habitação a J. Ferreira do Rego e sua mulher, a brasileira Francisca Peixoto Rego, a quem se refere a designação popular do imóvel. </strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Viner Hand ITC;"><strong>Este projecto surge no contexto da &#8220;Habitação Nobre de Província&#8221;, uma tipologia de casa a que Korrodi se dedicou no início do século XX e que &#8220;(&#8230;) evocava, através de fontes de inspiração diversas, uma arte da Idade Média e de uma determinada vivência social que a burguesia triunfante do século XIX, alicerçando-se ao mesmo tempo na tradição e no progresso, reabilitava.&#8221; </strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Viner Hand ITC;"><strong>A construção, interrompida em 1919, deixou a obra incompleta, nomeadamente o espaço interior. Embora a estrutura edificada apresente algumas soluções que diferem do projecto desenhado por Korrodi, essa &#8220;evolução&#8221; assinala &#8220;(&#8230;) a persistência de um gosto que lhe permitiu materializar a sua &#8220;Habitação Nobre&#8221; ideal&#8221; (Idem, ibidem, p. 241) que remetia sobretudo para referências neogóticas. </strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Viner Hand ITC;"><strong>Na casa de Ferreira do Rego, estas referências remetem sobretudo para a Capela do Fundador do Mosteiro da Batalha, que no conjunto do programa decorativo se misturam com elementos de inspiração Arte Nova, renascentista e até românica.</strong></span></p>
<p align="right"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=71279" target="_blank">Texto: IPPAR</a></p>
<p align="right"> </p>
<p align="right"> </p>
<p align="justify">Outros Links:</p>
<li><a href="http://www.monumentos.pt/scripts/zope.pcgi/ipa/pages/frameset?nome=ipa&amp;upframe=upframe3&amp;downframe=ipa.html">Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</a></li>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/">Instituto Português de Arqueologia</a></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=71279">Castelo da D. Chica (Pesquisa de Património / IPPAR</a></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/web_patrim.forward_query" target="_blank">Castelo da D. Chica - IPPAR - Fotos</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_da_D._Chica" target="_blank">Castelo da D. Chica - Wikipedia</a></li>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/mjfs.wordpress.com/467/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/mjfs.wordpress.com/467/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/467/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/467/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/467/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/467/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/467/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/467/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/467/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/467/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/467/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/467/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=467&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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			<media:title type="html">D. Chica - Palmeira - Braga - www.panoramio.com-photos-original-4984878</media:title>
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		<title>Torre de Barcelos - Braga</title>
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		<pubDate>Sat, 10 May 2008 09:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
 
Os melhoramentos de que a vila de Barcelos foi objecto nos finais da Idade Média fomentaram um estauto de verdadeira centralidade no entre-Douro-e-Minho. No trajecto Norte-Sul, Barcelos era ponto de passagem obrigatório e com a construção da ponte (na primeira metade do século XIV), mais essa centralidade se acentuou, canalizando para a vila importantes contigentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Barcelos_Torre_da_Porta_Nova1366.JPG" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/04/torre-barcelos-foto-joao-carvalho-20061.jpg?w=710&h=942" border="0" alt="Torre Barcelos - Foto Joao carvalho 2006" width="710" height="942" /></a></p>
<p> </p>
<h6><span style="font-size:small;"><em>Os melhoramentos de que a vila de Barcelos foi objecto nos finais da Idade Média fomentaram um estauto de verdadeira centralidade no entre-Douro-e-Minho. No trajecto Norte-Sul, Barcelos era ponto de passagem obrigatório e com a construção da ponte (na primeira metade do século XIV), mais essa centralidade se acentuou, canalizando para a vila importantes contigentes populacionais (em trânsito para outras paragens ou afluindo à sua concorrida feira) e muitos recursos económicos e comerciais.</em></span></h6>
<h6><span style="font-size:small;"><em>Apesar deste favorável contexto, a construção das muralhas parece ter acontecido numa fase já relativamente tardia e não se podem dissociar da edificação do paço condal, iniciativa do Infante D. Afonso, filho de D. João I. Em 1406, o concelho do Porto reclamava ao rei, argumentando que o vedor da obra barcelense estava indevidamente a obrigar os habitantes de Azurara (então no termo portuense) a contribuir para os trabalhos de amuralhamento da vila, sintoma de que a empreitada corria a bom ritmo. De tal forma seria assim que ela estaria concluída pelos meados da centúria. </em></span></h6>
<h6><span style="font-size:small;"><em>O sistema então construído foi brutalmente amputado nos séculos mais recentes, mas é ainda possível reconstituir, nos seus traços gerais, o perímetro que a cerca delimitada, graças a um desenho de Duarte D&#8217;Armas, executado no início do século XVI, e à própria fisionomia urbanística do centro histórico, que conservou notáveis vestígios da estrutura. Assim, o burgo apresentava uma muralha de perfil oval, ligeiramente reintrante na face Norte, que tinha na ponte o seu início e fim. Quatro torres quadrangulares protegiam outras tantas portas, ordenando simultaneamente os eixos viários internos às principais estradas do território.</em></span></h6>
<h6><span style="font-size:small;"><em>A passagem mais importante era a do lado Sul, atravessando o rio pela ponte. Neste troço avultava a posição dominante do paço condal que, pela década de 80 do século XV, sob o impulso do conde D. Fernando, se ligou à ponte, através de uma torre de dois pisos, cujo andar inferior, aberto em três arcadas, permitia a passagem controlada sobre o tabuleiro. Do lado oposto, duas outras torres tutelavam outras importantes vias: a do Cimo da Vila, ou da Porta Nova, frente ao antigo Campo da Feira, situava-se a Nordeste, no final do caminho de Viana do Castelo e de Ponte de Lima, e sobre um amplo terreiro onde se realizava a feira de Barcelos; a Noroeste, a Porta do Vale controlava a passagem para o caminho de Esposende. Finalmente, uma quarta torre, de menores dimensões que as restantes, localizava-se a nascente da ponte, numa zona de fácil acesso ao rio, e protegia o Postigo do Pessegal, pequena passagem que ligava o interior do burgo à Fonte da Vila, caminho cuja protecção era ainda reforçada por uma barbacã, desenhada por Duarte d&#8217;Armas (ALMEIDA, 1990, p. 34). Existia ainda uma última porta, localizada a poente, designada por Postigo do Fundo da Vila que, como o própio nome indica, era a de menor importância.</em></span></h6>
<h6><span style="font-size:small;"><em>De todo este complexo, restam alguns vestígios de muralhas e, principalmente, a Torre da Porta da Vila, estrutura que marca, ainda hoje, a paisagem desta secção urbana. De planta quadrangular e dotada de quatro andares (sendo a fachada meridional a única a denunciar esta organização interior, pela existência de uma porta de arco apontado no primeiro piso e janelas geminadas nos registos superiores, sempre abertas ao centro do alçado), é uma construção que revela bem o grau de monumentalidade que o sistema defensivo de Barcelos adquiriu no século XV.</em></span></h6>
<h6><span style="font-size:small;"><em>Como praticamente todas as vilas muralhadas do país, o caminho para a contemporaneidade determinou a destruição de grande parte dos medievais sistemas de protecção. Se até ao final do século XVIII, se limitaram os estragos a aberturas de novas portas, a política posterior foi a do sistemático desmantelamento. De 1794 até hoje, não cessaram as destruições, fazendo com que seja muito pouco o que resta de tão importante cerca.</em></span></h6>
<p align="right"><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=70515" target="_blank"><span style="font-size:xx-small;">IPPAR (PAF)</span></a></p>
<p align="justify">OUTROS LINKS:</p>
<li><a href="http://www.monumentos.pt/scripts/zope.pcgi/ipa/pages/frameset?nome=ipa&amp;upframe=upframe3&amp;downframe=ipa.html">Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</a></li>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/">Instituto Português de Arqueologia</a></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=70515">Torre de Barcelos (Pesquisa de Património / IPPAR)</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Muralha_de_Barcelos" target="_blank">Torre de Barcelos (pt.wikipedia)</a></li>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/mjfs.wordpress.com/493/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/mjfs.wordpress.com/493/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/493/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/493/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/493/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/493/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/493/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/493/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/493/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/493/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/493/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/493/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=493&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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			<media:title type="html">Torre Barcelos - Foto Joao carvalho 2006</media:title>
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		<title>Castelo de Guimar&#227;es</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2008/05/09/castelo-de-guimares/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 08:16:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
		
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A sua construção inicial remonta ao tempo de Mumadona Dias, que o mandou edificar no século X, com o objectivo de defender dos ataques muçulmanos e normandos o mosteiro que tinha fundado para se recolher quando enviuvou.
Mais de um século depois, o Conde D. Henrique (a quem tinha sido doado o condado portucalense) escolhe Guimarães [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><a href="http://flickr.com/photos/vitor107/62965163/sizes/m/" target="_blank"><img style="border-width:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/04/castelo-portuguese-eyes.jpg?w=710&h=538" border="0" alt="Castelo - Portuguese_eyes" width="710" height="538" /></a></p>
<p> </p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Comic Sans MS;">A sua construção inicial remonta ao tempo de Mumadona Dias, que o mandou edificar no século X, com o objectivo de defender dos ataques muçulmanos e normandos o mosteiro que tinha fundado para se recolher quando enviuvou.<br />
Mais de um século depois, o Conde D. Henrique (a quem tinha sido doado o condado portucalense) escolhe Guimarães para estabelecer a sua corte. Talvez tenha pesado na sua decisão a segurança que o Castelo de S. Mamede (assim lhe tinha chamado a sua fundadora) oferecia. O forte, com mais de cem anos de vida, necessitava de reformas urgentes e o nobre optou por demolir o que restava da construção de Mumadona, ampliando com novos e mais potentes muros a área ocupada pela fortaleza do século X. Abriu ainda duas portas: a principal, a oeste, que vigiava o burgo, e a de leste, chamada da Traição.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Comic Sans MS;">No reinado de D. Dinis foi necessária uma nova reedificação, devido às lutas que travou com o seu filho, futuro rei D. Afonso IV. A última obra realizou-se ao tempo de D. João I que mandou construir as torres que flanqueiam as duas portas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Comic Sans MS;">A partir do século XV, o Castelo de Guimarães deixa de intervir na defesa da população da vila. Para trás ficaram episódios bélicos, como foi o cerco de Guimarães, pelo ano de 1127, quando Afonso VII, rei de Leão, tentou exigir de D. Afonso Henriques vassalagem. Egas Moniz, aio deste último, vendo a vila em situação de desespero, garantiu ao rei a vassalagem do seu amo. O cerco foi levantado, mas o príncipe português não cumpriu o prometido pelo seu aio e este foi com a sua família até ao reino de Leão, de corda ao pescoço, oferecendo as suas vidas em resgate da palavra dada. Outros acontecimentos envolveram este Castelo desde o que se deu no histórico dia 24 de Junho de 1128, nas proximidades da fortaleza se defrontaram D. Afonso Henriques e sua mãe D. Teresa na Batalha de S. Mamede, tendo a vitória de D. Afonso Henriques dado início à Fundação de Portugal, até 1385 quando D. João I cercou e conquistou Guimarães com a colaboração dos seus moradores. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Comic Sans MS;">A partir do século XVI, foi instalada a cadeia no seu interior, e no século XVII funcionou como palheiro de Sua Majestade. O estado de ruína do Castelo aumentava cada dia.<br />
Em 1836, um dos membros da Sociedade Patriótica Vimaranense (associação criada para promover os interesses locais) defendeu a demolição do Castelo e a utilização da sua pedra para ladrilhar as ruas de Guimarães, já que a fortaleza tinha sido usada como prisão política no tempo de D. Miguel. Tal proposta, felizmente, nunca foi aceite. 45 anos depois, a 19 de Março de 1881, o Diário do Governo classificou o Castelo de Guimarães como o único monumento histórico de primeira classe em todo o Minho. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;font-family:Comic Sans MS;">Em 1910, foi declarado Monumento Nacional e em 1937 a Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais iniciou o grande restauro do Castelo, sendo concluído e inaugurado em 4 de Junho de 1940 por ocasião das Comemorações do VIII Centenário da Fundação da Nacionalidade.<br />
Até hoje o Castelo de Guimarães aparece nos grandes acontecimentos como um ex-libris de Portugal.</span></p>
<p align="right"><a href="http://www.ippar.pt/monumentos/castelo_guimaraes.html" target="_blank">Texto: IPPAR</a></p>
<p align="justify"> </p>
<p style="text-align:center;"> <strong>OUTROS LINKS:</strong></p>
<p align="center">
<li><a href="http://www.monumentos.pt/scripts/zope.pcgi/ipa/pages/frameset?nome=ipa&amp;upframe=upframe3&amp;downframe=ipa.html">Inventário do Património Arquitectónico (DGEMN)</a></li>
<li><a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/">Instituto Português de Arqueologia</a></li>
<li><a href="http://www.ippar.pt/monumentos/castelo_guimaraes.html">Castelo de Guimarães (Castelos e Fortalezas / IPPAR)</a></li>
<li><a href="http://www.monumentos.pt/scripts/zope.pcgi/ipa/pages/ficha_ipa?nipa=0308340016">Muralhas de Guimarães (Inventário de Património / IPPAR)</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Guimar%C3%A3es" target="_blank">Castelo de Guimarães (pt.wikipedia)</a></li>
<li><a href="http://castelosdeportugal.no.sapo.pt/guimaraes.htm" target="_blank">Castelo de Guimarães (Castelos de Portugal)</a></li>
<li><a href="http://www.360portugal.com/Distritos.QTVR/Braga.VR/vilas.cidades/Guimaraes/Castelo-Muralha.html" target="_blank">Castelo de Guimarães (360portugal)</a></li>
<li><a href="http://commons.wikimedia.org/wiki/Castelo_de_Guimar%C3%A3es" target="_blank">Castelo de Guimarães (Fotos - wikimedia.org)</a></li>
<li><a href="http://images.google.pt/images?q=castelo%20de%20guimar%C3%A3es&amp;hl=pt-BR&amp;rls=GGLJ,GGLJ:2007-17,GGLJ:pt-BR&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;sa=N&amp;tab=wi" target="_blank">Castelo de Guimarães (Fotos - Google-imagens)</a></li>
<li><a href="http://flickr.com/photos/vitor107/62965163/sizes/m/" target="_blank">Castelo de Guimarães (Fotos - Portuguese_eyes)</a>
<p align="justify"> </p>
</li>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/mjfs.wordpress.com/483/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/mjfs.wordpress.com/483/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/483/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/483/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/483/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/483/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/483/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/483/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/483/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/483/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/483/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/483/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=483&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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			<media:title type="html">Castelo - Portuguese_eyes</media:title>
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		<title>Forte da Barra de Aveiro</title>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 10:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Forte da Barra de Aveiro, também denominado como Forte Pombalino, Forte Novo ou Castelo da Gafanha, localiza-se numa ilha adjacente à Ilha da Mó do Meio, Freguesia da Gafanha da Nazaré, Concelho de Ílhavo, Distrito de Aveiro, em Portugal.

História
A região das Gafanhas começou a ser habitada no século XVI ou XVII. Um farol e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Forte_da_Barra.JPG" target="_blank"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/04/forte-barra-aveiro-wikipedia.jpg?w=710&h=538" border="0" alt="Forte Barra Aveiro - Wikipedia" width="710" height="538" /></a></p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><strong>O Forte da Barra de Aveiro, também denominado como Forte Pombalino, Forte Novo ou Castelo da Gafanha, localiza-se numa ilha adjacente à Ilha da Mó do Meio, Freguesia da Gafanha da Nazaré, Concelho de Ílhavo, Distrito de Aveiro, em Portugal.</strong></span></p>
<p align="justify"><a name="Hist.C3.B3ria"></a></p>
<h4>História</h4>
<p align="justify">A região das Gafanhas começou a ser habitada no século XVI ou XVII. Um farol e um pequeno forte envolvente foram construidos junto à foz do rio Vouga, integrando um esforço para facilitar a navegação naquela barra, que envolveu dragagens, remodelação da linha de costa e o aumento de um banco de areia adjacente, conhecido desde então como <em>Triângulo de Concentração de Correntes</em>.</p>
<p align="justify">O forte nunca teve funções militares importantes, pois o assoreamento que progredia na foz do Vouga desde o século XV fez avançar mais a linha da costa, com interrupções intermitentes do acesso ao mar. A situação veio a conhecer o seu estado presente com a abertura da Barra de Aveiro (fim do século XIX) que separou São Jacinto da Barra Nova, a construção do Farol de Aveiro e de dois molhes de mar que guardam a actual foz da Ria de Aveiro.</p>
<p align="justify">O forte alcançou o século XX inútil para a sua função defensiva. Passou, por essa razão, a ser administrado pela <em>Junta do Porto de Aveiro</em>, depois <em>Junta Autónoma do Porto de Aveiro</em> e, mais recentemente, <em>Administração do Porto de Aveiro</em>.</p>
<p align="justify">O forte encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto-Lei nº 735 de 21 de Dezembro de 1974.</p>
<p align="justify">Nas últimas décadas o piso térreo da fortificação foi usado como depósito de materiais e o farol continua a desempenhar funções de sinalização na navegação interna.</p>
<p align="justify"><a name="Caracter.C3.ADsticas"></a></p>
<h4>Características</h4>
<p align="justify">O forte foi construido com linhas defensivas e baluartes angulados típicos da sua época. Os seus remanescentes são descritos como:</p>
<dl>
<dd>
<div><em>&#8230;uma obra do tipo abaluartado, restando, actualmente, uma pequena cortina de dois meios baluartes. Depois que deixou de ser necessária a defesa do Rio Vouga, foram edificadas construções sobre a cortina e o meio baluarte norte. Também o espaço existente entre os dois meios baluartes foi afectado. No baluarte sul foi erguida uma torre de sinalização mas, nesse lado, ainda é visível parte da escarpa, cordão e três canhoeiras cortadas no parapeito.</em></div>
</dd>
</dl>
<dl>
<dd>
<div><em>Os dois meios baluartes remontam, assim parece, a épocas diferentes. O flanco norte aparenta ser oblíquo à cortina, enquanto o do sul é perpendicular. Também as linhas rasantes não são do mesmo ângulo</em>. (Nogueira Gonçalves. Inventário Artístico de Portugal.)</div>
</dd>
</dl>
<p align="right"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_da_Barra_de_Aveiro" target="_blank">(Fonte: Wikipedia)</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/mjfs.wordpress.com/464/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/mjfs.wordpress.com/464/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mjfs.wordpress.com/464/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mjfs.wordpress.com/464/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mjfs.wordpress.com/464/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mjfs.wordpress.com/464/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mjfs.wordpress.com/464/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mjfs.wordpress.com/464/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mjfs.wordpress.com/464/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mjfs.wordpress.com/464/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mjfs.wordpress.com/464/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mjfs.wordpress.com/464/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mjfs.wordpress.com&blog=1511516&post=464&subd=mjfs&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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		<media:content url="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/04/forte-barra-aveiro-wikipedia.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Forte Barra Aveiro - Wikipedia</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Mosteiro de Sei&#231;a - Figueira da Foz (Ru&#237;nas)</title>
		<link>http://mjfs.wordpress.com/2008/05/07/mosteiro-de-seia-figueira-da-foz-runas/</link>
		<comments>http://mjfs.wordpress.com/2008/05/07/mosteiro-de-seia-figueira-da-foz-runas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 09:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mjfs</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Imagens]]></category>

		<category><![CDATA[Monumentos]]></category>

		<category><![CDATA[Mosteiros]]></category>

		<category><![CDATA[Património]]></category>

		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
ALERTA! ALERTA! ALERTA!
 


 
 
História do mosteiro:
Mosteiro de Seiça.
Foi D. Afonso Henriques quem mandar construir o Mosteiro em louvor à Virgem Maria devido a um milagre recebido junto da capelinha de Nossa Senhora de Seiça.
Os primeiros monges do convento foram os de Lorvão que naquele tempo pertenciam á ordem de São bento cujo superior foi o Abade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<p align="center"><span style="font-size:x-large;color:#ff0000;"><strong><em>ALERTA! ALERTA! ALERTA!</em></strong></span></p>
<p align="center"><strong><em></em></strong> </p>
<p align="center"><a href="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/05/mosteiro-seica-ruinas-1.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/05/mosteiro-seica-ruinas-1-thumb.jpg?w=440&h=335" border="0" alt="Mosteiro Seica - Ruinas 1" width="440" height="335" /></a></p>
<p align="center"><a href="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/05/mosteiro-seica-ruinas-2.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://mjfs.files.wordpress.com/2008/05/mosteiro-seica-ruinas-2-thumb.jpg?w=350&h=460" border="0" alt="Mosteiro Seica - Ruinas 2" width="350" height="460" /></a></p>
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<p> </p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;"><em>História do mosteiro:</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;"><em>Mosteiro de Seiça.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;"><em>Foi D. Afonso Henriques quem mandar construir o Mosteiro em louvor à Virgem Maria devido a um milagre recebido junto da capelinha de Nossa Senhora de Seiça.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;"><em>Os primeiros monges do convento foram os de Lorvão que naquele tempo pertenciam á ordem de São bento cujo superior foi o Abade D. Paio Egas nomeado para este cargo no ano 1175</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;"><em>D. Afonso Henriques faleceu (1185) sem que a sua obra fosse concluída, mas o seu filho D. Sancho I deu-lhe continuidade, entregando o convento á ordem de S. Bernardo por esta ser considerada um &#8220;raro exemplo de virtude e Santidade&#8221;.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;"><em>Em Setembro de 1348, a peste negra fez com que o Mosteiro de Seiça sofresse muitas perdas entre religiosos e caseiros. Esta epidemia dizimou 150 religiosos em 2 meses.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;"><em>Em 1513 D. Manuel ordena a reparação do Mosteiro por este se mostrar bastante degradado. Assim, a igreja foi ampliada e tornou-se num dos melhores templos das redondezas. Devido aos elevados da igreja, uma feira anual franca foi autorizada, por útil para as obras em curso.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;"><em>Em finais do século XVIII, Frei Manuel de Figueiredo afirmou que o edifício do Mosteiro era regular e bom, &#8220;Com uma boa igreja e suficientes oficinas; e vinte e cinco celas, para acomodação dos religiosos, alem da casa dos hospedes&#8221;.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;"><em>Em 1895 foi vendido a uma familia que transformou o mosteiro em fábrica de descasque de arroz, fabrica que veio a falir anos depois.</em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:medium;"><em>Actualmente é propriedade da Camara da Figueira da Foz tendo sido comprado por Santana Lopes, então líder da autarquia, que adquiriu o espaço por cerca de 225 mil euros, a uma família proprietária do convento desde 1895.</em></span></p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:medium;color:#ff0000;">O Mosteiro após varias deligências efectuadas não está classificado pelos serviços do Estado, encontrando-se num estado deplorável de degradação.</span></em></p>
<p align="justify"> </p>
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			<media:title type="html">M.Santos</media:title>
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