ÍCONES DE PORTUGAL

Património de Portugal

Archive for the ‘Cultura’ Category

Solar dos Carneiros – Póvoa do Varzim

Posted by mjfs em Dezembro 13, 2008

 Solar dos Carneiros - Biblioteca Municipal da Póvoa do Varzim - Foto www.monumentos.pt

O edifício situada na Rua do Visconde e na Rua da Amadinha, conhecido por solar dos Carneiros, é a única casa brasonada existente na Póvoa de Varzim. A sua longa fachada, onde se exibe o brasão de armas da família, desempenhou um papel fundamental no tecido urbano e sócio-económico da Póvoa, vincando a imagem de poder e de relevo social que os seus proprietários pretendiam transmitir.

A sua construção remonta ao século XVIII, inserindo-se num dos modelo mais utilizados na arquitectura civil de Setecentos, a denominada casa comprida. O brasão, no andar nobre, é flanqueado por duas janelas marcando o eixo deste corpo da fachada, com janelas de sacada no piso superior, e no térreo, duas portas e janelas de linhas rectas, alinhadas pelo friso que separa os dois pisos.

No interior, e para além de um tecto de masseira, original, destaca-se a capela, com altar de talha policroma, a imitar marmoreados.

Quando, em 1936 se realizou a 1ª Exposição Regional de Pesca Marítima, um dos seus impulsionadores, António dos Santos Graça, decidiu prolongar esta iniciativa e promover a organização de um Museu Municipal, que veio a ser inaugurar no ano seguinte, no solar dos carneiros, com as peças da Exposição e outras entretanto reunidas.

A Câmara Municipal adquiriu o imóvel em 1974, promovendo, a partir de então, obras de remodelação e ampliação, que estavam concluídas em 1985, data da reabertura ao público do renovado Museu de Etnografia e História.

Texto: (Rosário Carvalho) / IPPAR

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Quinta da Eira – Bustelo – Penafiel

Posted by mjfs em Novembro 15, 2008

quinta da eira

Situada a 35 km do Porto, em Bustelo – Penafiel, a Quinta da Eira é uma propriedade rural de cerca de 12 hectares, onde o proprietário, Luis Pinto da Silva  adaptou todas as estruturas necessárias à realizacão de programas para diferentes públicos.
Um passeio pelo campo, o contacto com diversos animais, um almoço de amigos, uma corrida de buggies, um jogo de paintball, ou uma vertiginosa descida de slide são, entre muitas, algumas das sugestões propostas.
Um espaço pensado e funcional onde tudo é agradável e animado.
Seja bem vindo à Quinta da Eira…
Diversos pavilhões devidamente equipados têm uma utilização sempre à medida das necessidades especificas de cada público.
Os espaços de lazer foram distribuídos na Quinta de forma a não interferirem com o sossego tão característico do campo que alguns podem compreensívelmente preferir.
O slide, o cenário de guerra para o paintball, a pista de buggies, a carreira de tiro, tudo disposto em pontos chave, por forma a permitir ao visitante escolher a actividade pretendida, numa escala cuja dificuldade, aqui, se torna fácil graduar.

Fonte: Site Quinta da Eira

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Livraria Académica – Porto

Posted by mjfs em Novembro 14, 2008

Livraria Academica - www.cm-porto.pt

EFEMÉRIDES

1912
16 de Novembro. Fundada a Livraria Académica, por Joaquim Guedes da Silva.
Local: Rua das Oliveiras, 75.
Objectivo: Comercialização de todo o tipo de livro, novo ou usado.

1913
– Transferência para a Rua dos Mártires da Liberdade, nº 10, onde ainda se encontra.

– Com o decorrer dos anos foi-se especializando no comércio do livro seleccionado e raro.

– Publicou várias dezenas de catálogos, descrevendo espécies bibliográficas bastante raras, e efectuou diversas Exposições, de que se destacam: Cidade do Porto – Trás-os-Montes – Lutas Liberais – Jornalismo – Camões – Descobrimentos – Renascença Portuguesa – Camilo Castelo Branco – Encadernações – Livros Sobre livros, etc.

1992
– Comemoração do 80º aniversário. Presença do Senhor Presidente da República, Dr. Mário Soares.
Cunhagem de medalha alusiva à efeméride.

1994
– Publicação de “Subsídios para uma Bibliografia sobre Trás-os-Montes e Alto Douro“, por Nuno Canavez.

1998
– Publicação de “Novos Subsídios para uma Bibliografia sobre Trás-os-Montes e Alto Douro“, por Nuno Canavez.

2000
– Exposição bibliográfica sobre o tema Brasil – Achamento, Lugares, Literatura. Por conveniência de espaço, teve lugar no estabelecimento da Livraria Nuno Canavez (Filho), no nº 137 da Rua dos Mártires da Liberdade, e decorreu entre 27 de Abril e 10 de Maio, coincidindo com as celebrações do V Centenário do Achamento do Brasil. Ver foto.

I Exposição e Feira do Livro – em Chaves, de 1 a 9 de Julho, organizada pelO Grupo Cultural Aquae Flaviae e ADRAT

2002
Comemoração do 90º aniversário. Abertura da exposição CAPAS DE LIVROS da autoria dos melhores ilustradores nacionais e estrangeiros. Lançamento do livro “Novos Subsídios para uma Bibliografia sobre Trás-os-Montes e Alto Douro“, por Nuno Canavez.
Veja o artigo do Semanário Expresso sobre o acontecimento, e algumas fotos da cerimónia.

2004
20.Maio – Nuno Canavez é homenageado com um BRONZE. Veja uma pequena reportagem do acontecimento.

2008
Nova homenagem, na forma de livro: NUNO CANAVEZ – As Palavras da Amizade

Fonte: Livraria Académica

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Cafe Nicola – Lisboa

Posted by mjfs em Abril 3, 2008

Café Nicola - Lisboa

 

Cafés com História

Estabelecimentos charmosos, marcaram diferentes épocas, foram ponto de encontro e, muitas vezes, de partida para movimentos sociais, políticos, culturais. Pela porta de cafés como o Nicola, o Marare, o Martinho da Arcada, entre tantos outros, passaram algumas das mais emblemáticas figuras públicas. Hoje, alguns vão subsistindo, consituindo-se como verdadeiros refúgios onde a História passada parece, ainda, continuar a vibrar.

CAFÉ NICOLA

Lugar de intercâmbio de ideias, debates literários e propaganda de opiniões, é assim que podemos definir um dos cafés mais frequentados do séc. XVIII. Fundado no Rossio por um italiano, Nicola Breteiro, este é um dos estabelecimentos mais antigos de Lisboa.

Tendo como alcunha “Academia”, devido ao largo leque de intelectuais que o frequentavam, o Nicola teve um frequentador que se destacava por entre todos outros. Esse homem era Manuel Maria Barbosa du Bocage. Um dos episódios mais engraçados da vida deste autor aconteceu precisamente à frente do Nicola: conta-se que um polícia lhe perguntou quem era, donde vinha e para onde ia, ao que o espirituoso poeta respondeu

“Eu sou Bocage

Venho do Nicola

Vou p’ro outro mundo

Se dispara a pistola”.

Devido à pressão política que se fazia sentir, e aos constantes confrontos dos seus frequentadores com a polícia, o Nicola é obrigado a encerrar.

José Pedro da Silva, um dos empregados do botequim que cuidadosamente servia os poetas e intelectuais, resolveu entrar no negocio da restauração abrindo ele próprio um café cujo nome também faria história: O Botequim das Parras.

No entanto em 1929, Joaquim Fonseca Albuquerque volta a recuperar o antigo café contribuindo assim para que as gerações futuras conheçam a aura do estabelecimento que foi frequentado por Bocage.

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Centro Cultural de Belém

Posted by mjfs em Dezembro 11, 2007

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Historial

A construção do Centro Cultural de Belém (CCB) foi decidida no início de 1988, com o objectivo de construir de raiz um equipamento que pudesse acolher, em 1992, a presidência portuguesa da União Europeia, permanecendo posteriormente como um forte pólo dinamizador de actividades culturais e de lazer.

Lançado o concurso internacional pelo Instituto Português do Património Cultural, recolheram-se 57 projectos, dos quais 6 foram convidados a desenvolver o ante-projecto. A proposta seleccionada foi a do consórcio do arquitecto Vittorio Gregotti (Itália) e do arquitecto Manuel Salgado (Portugal) que previa a construção de cinco módulos – Centro de Reuniões, Centro de Espectáculos, Centro de Exposições, Zona Hoteleira e Equipamento Complementar. Estão edificados os três primeiros módulos, respectivamente o Centro de Reuniões, o Centro de Espectáculos e o Centro de Exposições, estando a decorrer os procedimentos para a conclusão dos restantes módulos.

O Centro de Reuniões foi pensado para acolher, de forma privilegiada, congressos e reuniões de qualquer natureza ou dimensão, através de equipamentos e acabamentos de qualidade. A estrutura passou também a incluir os serviços gerais de funcionamento do CCB, várias lojas, um restaurante, dois bares e duas garagens abertas a utilizadores.

O segundo módulo, o Centro de Espectáculos, é o epicentro da produção e apresentação de carácter artístico e cultural do CCB. São três salas de diferentes dimensões equipadas para acolher diversos tipos de espectáculos, desde o cinema à ópera, do bailado ao teatro ou qualquer tipo de género musical. O Grande Auditório tem uma capacidade de 1429 lugares, o Pequeno Auditório tem uma lotação de 348 lugares e a Sala de Ensaio comporta 72 lugares. É ainda nesta estrutura que se encontram as salas de apoio à produção e preparação dos espectáculos.

Finalmente, o Centro de Exposições é composto por um conjunto qualificado de áreas expositivas distribuídas por quatro galerias que apresenta e produz exposições de artes plásticas, arquitectura, design, instalações, fotografia. Lojas e uma cafetaria completam a estrutura, que inclui ainda um espaço destinado ao tratamento e armazenamento de peças de arte.
Desde Junho de 2007, o Centro de Exposições alberga a Fundação de Arte Moderna e Contemporânea – Museu Colecção Berardo.

O CCB ocupa hoje uma área de construção de 97 mil metros quadrados, distribuída em seis hectares separados por duas ruas internas e unidos por um caminho pedonal que cria uma continuidade com a Praça do Império, negando a tradicional separação entre o interior e o exterior. É uma pequena cidade, com jardins, lagos, pontes, rampas, ruas, praças, cantos, onde se destaca, pela sua nobreza, a Praça do Museu.

CURIOSIDADES:

  • 30.500 m2 área bruta do Centro de Reuniões
    • 22.000m2 área bruta do Centro de Espectáculos
    • 35.000 m2 área bruta do Centro de Exposições (8.000m2 livres para exposições temporárias)
    • as paredes do complexo (36 mil metros quadrados) estão cobertas por pedra calcária “Abancado de Pero Pinheiro” com acabamento “Rústico Gastejado” assente em suportes metálicos
    • 1.600 quilómetros de cabos eléctricos
    • 15 mil lâmpadas
    • 280 quadros eléctricos
    • 2.600 sensores de incêndios, gás e intrusão
    • 700 sensores de temperatura, humidade e pressão
    • 19 elevadores e monta-cargas
    • 1300 portas e portões
    • 550 ventiladores, caixas e unidades de ar condicionado

    (Texto: CCB)

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    Hermínia Silva – Fadista

    Posted by mjfs em Outubro 24, 2007

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    Hermínia Silva nasceu em 1907, cinco anos depois de Ercília Costa, a primeira fadista que saiu das fronteiras de Portugal. Cedo se tornou presença notada nos retiros de Lisboa, que não hesitaram em contratá-la, pela originalidade com que cantava o Fado. A Canção dos Bairros de Lisboa estava-lhe nas veias, não fôra ela nascida, ali mesmo junto ao Castelo de São Jorge. As “estórias” dos amores da Severa com o Conde de Vimioso estavam ainda frescas na memória do povo. O Fado fazia parte do seu quotidiano.

    Rapidamente, a sua presença foi notada nos retiros, e passados poucos anos, em 1929, Hermínia Silva estreava-se numa Revista do Parque Mayer. Era a primeira vez que o Fado vendia bilhetes na Revista. Alguns jornais da época, referiam-se a ela, como a grande vedeta nacional, chegando a afirmar-se, que a fadista tinha “uma multidão de admiradores fanáticos”. A sua melismática criativa, a inclusão no Fado, de letras menos tristes, por vezes com um forte cunho de crítica social, e o seu empenho em trazer para o Fado e para a guitarra portuguesa, fados não tradicionais, compostos por maestros como Jaime Mendes, compositores como Raul Ferrão, criando assim o chamado “fado musicado”, aquele fado cuja música corresponde unicamente a uma letra, se bem que composto segundo a base do Fado, e em especial, tendo em atenção as potencialidades da guitarra portuguesa.

    Hermínia Silva torna-se assim, sem o haver planeado, num dos vértices do Fado, tal qual hoje ele existe, enquanto estilo musical: Alfredo Marceneiro foi o primeiro vértice, o da exploração estilística do Fado Tradicional, tendo em Ercília Costa o seu maior ícone; Hermínia viria a trazer o Fado para as grandes salas do Teatro de Revista, e viria a “inaugurar” a futura Canção Nacional, com acompanhamentos de grandes orquestras, dirigidas por maestros, que também eram compositores. A sua fama atingiu um tal ponto que o Cinema, quis aproveitar o seu sucesso como figura de grande plano. Efectivamente, nove anos depois de se ter estreado na Revista, Hermínia integra o elenco do filme de Chianca de Garcia, “Aldeia da Roupa Branca” (1938), num papel que lhe permite cantar no filme. Nascera assim, a que viria a ser considerada, a segunda artista mais popular do século XX português, depois de Amália Rodrigues, o terceiro vértice do Fado, ainda por nascer.

    Depois de várias presenças no estrangeiro, com especial incidência no Brasil e em Espanha, Hermínia aposta numa carreira mais concentrada em Portugal. O seu conhecido e parodiado receio em andar de avião, inviabilizou-lhe muitos contratos que surgiam em catadupa. Mas, Hermínia estava no Céu, na sua Lisboa das sete colinas. Em 43, é chamada para mais um filme, o “Costa do Castelo”, em 46 roda o “Homem do Ribatejo”, passando regularmente pelos palcos do Parque Mayer, fazendo sucesso com os seus fados e as suas rábulas de Revista. Efectivamente, Hermínia consegue alcançar tal êxito no Teatro, que o SNI, atribui-lhe o “Prémio Nacional do Teatro”, um galardão muito cobiçado na época. Até 1969, em “O Diabo era Outro”, a popularidade da fadista encheu os écrans dos cinemas de todo o país. Vieram mais Revistas, mais recitais, muitos discos de sucesso…

    Mas, para quem quisesse conhecer a grande Hermínia bem mais de perto, ainda tinha a oportunidade de ouro, de vê-la ao vivo e a cores, sem microfone, na sua Casa – o Solar da Hermínia, restaurante que manteve quase até ao fim da sua vida artística. Há memórias de muita gente desse espaço fantástico, que não tive oportunidade de conhecer. O nosso companheiro Raúl, neste “Café Expresso”, editor do blog “Congeminações”, narrou-me uma vez, a noite fantástica que passou com Hermínia, no seu Solar. E muitos portugueses e estrangeiros guardam na memória, a voz e a presença daquela mulher que gostava da vida, e que cantava o Fado.

    Felizmente, o Estado Português, o Antigo e o Contemporâneo, reconheceu Hermínia Silva. São vários os Prémios e Condecorações, as distinções e as nomeações, justíssimas para uma artista, que fez escola, e que hoje, constitui um dos três maiores nomes da Canção Nacional, ao lado de Marceneiro e de Amália, que por razões diferentes, pelos “apports” de forma e conteúdo distintos que trouxeram à Canção de Lisboa, fizeram dela, o Fado, tal qual hoje é entendido, cantado, tocado e formatado. A sacerdotisa cantou quase até partir para a dimensão do Espírito, em 13 de Junho de 1993. Morria assim, uma das maiores vedetas do Fado e do Teatro de Revista Português.

    Marcos principais da carreira:

    • 1920 Canta para Alfredo Marceneiro e para os amigos, entre os quais Armandinho, que adoravam ouvir a “miúda”.
    • 1926 Começa a cantar no Valente das Farturas, no Parque Mayer. Alfredo Marceneiro canta ao lado, no Júlio das Farturas.
    • 1929 Na Esplanada Egípcia, no Parque Mayer, interpreta Ouro Sobre Azul, De Trás da Orelha e Off-Side.
    • 1932 Ainda no Parque, muda-se para o Teatro Maria Vitória, onde actua na opereta A Fonte Santa.
    • 1933 Ingressa no Teatro Variedades, onde é segunda figura, logo a seguir a Beatriz Costa. Canta e representa em inúmeras revistas.
    • 1958 Inaugura o Solar da Hermínia, no Bairro Alto, ao qual se dedicará de tal forma que

    deixa o teatro de revista. Estará à frente desta casa durante 25 anos.

    • 1970 Faz uma digressão de 3 meses ao Brasil.
    • 1982 Fecha o Solar da Hermínia, o ponto de referência da sua carreira e onde inúmeros artistas despontaram.
    • 1987 Na discoteca Loucuras! dá um espectáculo memorável, na presença do então Presidente da República, Mário Soares.

    Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Herm%C3%ADnia_Silva

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    Cidade do Porto à Noite

    Posted by mjfs em Setembro 25, 2007

    Imagens  da zona ribeirinha e centro da Cidade Invicta à noite, com

    música de fundo dos GNR com  a letra “É a pronúncia do Norte”

     

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    Jardins do Palácio de Cristal no Porto

    Posted by mjfs em Setembro 18, 2007

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    Os Jardins do Palácio de Cristal são um aprazível espaço verde localizado na freguesia de Massarelos, na cidade do Porto, Portugal, a partir do qual se desfrutam deslumbrantes panorâmicas do rio Douro e do mar.

    Estes jardins românticos foram projectados na década de 1860 pelo paisagista alemão Emílio David, para envolver o então Palácio de Cristal, substituído pelo Pavilhão Rosa Mota na década de 1950.

    Os Jardins do Palácio de Cristal incluem o chamado Jardim Emílio David que possui belos exemplares de rododendros, camélias, araucárias, ginkgos e faias, para além de fontes e estátuas alegóricas às estações do ano.

    A Avenida das Tílias constitui o eixo mais marcante deste parque e está ladeada pela Biblioteca Municipal Almeida Garrett, pela Galeria do Palácio, pela Concha Acústica e pela Capela de Carlos Alberto da Sardenha. Perto situam-se um restaurante e uma esplanada com vista para o lago. Nesta avenida e noutros locais encontram-se estratégicos miradouros que proporcionam vistas panorâmicas do rio Douro e da cidade. É ao fundo desta avenida que encontramos a capela que a princesa de Montléart mandou erguer em homenagem ao seu irmão, o Rei Carlos Alberto.

    Os jardins temáticos estão também representados, nomeadamente pelo Jardim das Plantas Aromáticas, o Jardim das Medicinais e ainda o Jardim dos Sentimentos onde se encontra a estátua Dor de Teixeira Lopes. Outros espaços aprazíveis são o Bosque, a Avenida dos Castanheiros-da-Índia e o Jardim do Roseiral que está enriquecido com significativos elementos do património artístico da cidade. Nas proximidades surgem sete magníficos exemplares de palmeiras da Califórnia.

    Contíguos aos Jardins do Palácio de Cristal estão o Museu Romântico e o Solar do Vinho do Porto, ambos na Quinta da Macieirinha. Muito próximo encontra-se, também, a Quinta Tait, com jardins recheados de colecções de rosas, camélias, brincos-de-princesa e um majestoso Liriodendrum tulipifera que circundam a Casa Tait, onde funciona um Gabinete de Numismática.

     

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    (Fonte: Wikipedia e Amen-Amen)

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    Sé – Porto – Património da Humanidade

    Posted by mjfs em Setembro 10, 2007

     

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    ‘Aqui nasceu o Porto’. Quem não conhece a Catedral da Sé não conhece o que de melhor a cidade do Porto tem. Um espaço ímpar, que caracteriza toda uma freguesia histórica, onde residem os melhores monumentos, o melhor património da Invicta. A Sé, uma das quatro freguesias que compõem o Centro Histórico do Porto, ocupa uma área de 0,4 quilómetros quadrados e cerca de 8000 habitantes (a maioria do sexo feminino) tem-se deparado, na última década, com uma quebra, na ordem dos 52 por cento, no número de habitantes com menos de 14 anos, enquanto nos cidadãos com mais de 65 anos a diminuição é menor (14 por cento).A habitação é um dos grandes problemas da freguesia, que conta com 1415 edifícios a servir a população, o que constitui 2614 alojamentos. Não obstante a pequena área e a grande compactação urbana, a Sé oferece vistas únicas sobre o Rio Douro, junto à ponte D. Luís, que liga o Porto a Vila Nova de Gaia, além da diversidade de espaços de valor patrimonial, remetendo-nos ao século XII, altura do renascimento medieval deste burgo. A Casa do Museu Guerra Junqueiro, a Catedral da Sé, o Paço Episcopal, a Igreja de S. Lourenço, a Rua D. Hugo e o Largo do Colégio são apenas uma pequena amostra dos monumentos que orgulham a população da Sé. Esta terra guarda a história e representa um povo que é fiel às suas origens, orgulhoso do património de que é detentor.

     

     

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    A 5 de Dezembro de 1996 em reunião da UNESCO, realizada na Cidade do México, o Centro Histórico da Cidade do Porto, foi classificado como Património Mundial, abrindo á Cidade Invicta novas perspectivas, integrando-a na rota dos grandes valores da Humanidade. 

    O processo de candidatura demorou quatro anos, mas foi levado a bom termo após difíceis lutas para fazer prevalecer os argumentos da sua mais que justa pretensão.

    No final, o Comité da UNESCO entendeu bem essa razões, ao justificar a inclusão do Centro Histórico do Porto  no Património Mundial com estas judiciosas palavras:

     

    «Tanto como cidade como realização humana, o Centro Histórico do Porto constitui uma obra-prima do génio criativo do homem. Interesses militares, comerciais, agrícolas e demográficos convergiram neste local para abrigar uma população capaz de edificar a cidade. O resultado é uma obra de arte altamente estética e única no seu género. Trata-se de um trabalho colectivo, que não resulta de uma obra de um só período, mas de contribuições sucessivas. » 

     

    O Porto Património Mundial, estende-se por Quatro  freguesias da Cidade. São elas as freguesias da Sé, de Miragaia, de S. Nicolau e da Vitória.

     

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    Porto Património da Humanidade

    Posted by mjfs em Setembro 9, 2007

    Porto Património Mundial da Humanidade – UNESCO

    Centro Histórico do Porto

    A Cidade do Porto, ou apenas o Porto, deu o seu nome, não só ao Vinho como também ao País, Portugal.

    A origem vem da vila portuária, localizada onde é hoje a Ribeira, Portus Cale. Palavra que deriva do Romano e aparece em meados do século V. Mais tarde, no século VII para simplificar, a cidade passa a Portus, e o País a Portuscale.

    O Rio Douro, deriva de Rio do Ouro, e desde sempre foi vital para o desenvolvimento de toda a Região do Porto, ao longo dos tempos. A cidade do Porto, fica pois, aninhada nas encostas rochosas da foz do Rio Douro espraiando-se a frente marítima pela Costa do Atlântico e é a capital do Norte, a segunda maior cidade de Portugal.

    O Porto é hoje uma cidade autêntica, atractiva e intensa para viver e para visitar, com uma herança arquitectónica de excepcional qualidade, o centro histórico do Porto foi declarado, Património Mundial da Humanidade pela UNESCO em 1996.

    Adicione a este facto, o carácter da cidade e dos portuenses, e rapidamente ficará impressionado pela cidade e a sua vida. Se quiser conhecer melhor, recomendamos um passeio pelas suas ruas, admirando as casas e monumentos típicos em granito e desfrutando de um passeio de eléctrico ao longo da margem ribeirinha ou mesmo num cruzeiro de barco, atravessando as suas seis pontes, de onde poderá conseguir uma vista admirável.

    Curiosamente, é na margem oposta, em Gaia, que se localizam as Casas do Vinho do Porto, ostentando os seus nomes no topo dos seus armazéns e museus que terá oportunidade de conhecer.

    Percursos pela Cidade do Porto

    Diversos percursos bem definidos dão-lhe a oportunidade de descobrir uma das mais ricas e genuínas cidades de Portugal. Venha descobrir o Porto.

    Ribeira – Património Histórico da Humanidade

    Descubra o charme e encanto do Porto passeando de barco no Rio Douro ou numa caminhada pela manhã, a Ribeira é um Bairro característico e interessante para visitar do Porto. O casario apertado entre ruas e ruelas, mantendo a traça e costumes de épocas passadas, permite num virar de esquina vislumbrar o Douro a cada momento.

    Casa do Infante – Monumento Nacional

    Edíficio histórico da Cidade do Porto, situado no coração da Ribeira, foi inicialmente D. Afonso IV que decidiu promover a construção de um armazém destinado à Alfândega.

    Posteriormente, foi Casa da Moeda, Contadoria da Fazenda, Casa do Selo e Celeiro público.
    A tradição que relaciona o nascimento do Infante D. Henrique com este local levou ao descerramento de uma lápide sobre a entrada principal, no ano de 1894. A Casa do Infante foi classificada como monumento nacional em 1924.

    Até à primeira metade do século XIX não foram realizadas obras de grande significado, tendo sido na década de 50 do sécul XX que sofreu um profundo restauro

    Pesquisas arqueológicas recentes, levaram à descoberta de um importante palácio romano e ao melhor conhecimento dos antigos edifícios da Coroa, desde o século XIV à actualidade. A importância dos achados determinou a criação de um Museu de sítio que funciona a par do Arquivo.

    Palácio da Bolsa – Monumento Nacional

    O Palácio da Bolsa, foi construído em estilo neoclássico na segunda metade do séc. XIX. Situa-se no centro histórico da Cidade do Porto.

    Inicialmente projectado para receber a Bolsa do Porto e transmitir pela sua grandiosidade, uma imagem de credibilidade que fizesse afluir investidores de outros países europeus, é hoje a sede da Associação Comercial do Porto.

    Aqui poderá visitar as antigas salas da Bolsa, a Assembleia Geral, a Sala dos Retratos e o famoso Salão Árabe. No entanto, não deixe de espreitar o jardim na parte de trás. É um dos monumentos mais visitados.

    ETC… 

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